Maria Matos Teatro Municipal
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Walking out of life

Tehching Hsieh e Adrian Heathfield
Sala Principal com bancada
DEBATE E PENSAMENTO
segunda 25 Janeiro às 20h00

palestra-performance

Em colaboração com o
Museo Reina Sofia

Em inglês, sem legendagem. Duração 2h30.


Para muitos, Tehching Hsieh é uma figura de culto. Entre 1978 e 1986, o artista fez uma excepcional série de obras de arte em que o assunto e o material usado foi o tempo: cinco One Year Performances. De 1978 a 1979, Hsieh passou um ano trancado numa cela no seu estúdio, sem ler, ouvir rádio, ver televisão ou falar com alguém. De 1980 a 1981, Hsieh picou o ponto a cada hora do dia, interrompendo o sono e qualquer tarefa que estivesse a executar. De 1981 a 1982, Hsieh deambulou pelas ruas de Nova Iorque com uma mochila e um saco-cama, sem entrar em prédios ou abrigos de qualquer natureza. De 1983 a 1984, Hsieh ficou atado pela cintura à artista Linda Montano por uma corda de 2,5 metros. De 1985 a 1986, Hsieh decidiu “não fazer arte, nem falar, olhar, ler ou entrar em museus ou galerias”. Nesta palestra-performance o artista e curador Adrian Heathfield aborda a estética da duração e questiona os modelos do tempo através do qual a performance art tem sido interpretada. Usando como referência a performance ambulatória de 1981, Heathfield regista a interacção entre o documento e o evento, a memória e o presente, para reconfigurar a aparente isolada e periférica performance de Hsieh. Ao fazê-lo, a palestra descobre uma noção de duração vivida... Na conversa que se segue, Hsieh apresenta o seu percurso desde os primeiros trabalhos até às recentes exibições nos museus Guggenheim e MoMA em Nova Iorque e explica o pensamento que existe por trás das suas invulgares obras de arte e o seu compromisso com as longas durações.

Preço único 5€

Biografias


Fotos

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Críticas e antecipações

Não existem críticas.

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Sinopse

palestra-performance

Em colaboração com o
Museo Reina Sofia

Em inglês, sem legendagem. Duração 2h30.


Para muitos, Tehching Hsieh é uma figura de culto. Entre 1978 e 1986, o artista fez uma excepcional série de obras de arte em que o assunto e o material usado foi o tempo: cinco One Year Performances. De 1978 a 1979, Hsieh passou um ano trancado numa cela no seu estúdio, sem ler, ouvir rádio, ver televisão ou falar com alguém. De 1980 a 1981, Hsieh picou o ponto a cada hora do dia, interrompendo o sono e qualquer tarefa que estivesse a executar. De 1981 a 1982, Hsieh deambulou pelas ruas de Nova Iorque com uma mochila e um saco-cama, sem entrar em prédios ou abrigos de qualquer natureza. De 1983 a 1984, Hsieh ficou atado pela cintura à artista Linda Montano por uma corda de 2,5 metros. De 1985 a 1986, Hsieh decidiu “não fazer arte, nem falar, olhar, ler ou entrar em museus ou galerias”. Nesta palestra-performance o artista e curador Adrian Heathfield aborda a estética da duração e questiona os modelos do tempo através do qual a performance art tem sido interpretada. Usando como referência a performance ambulatória de 1981, Heathfield regista a interacção entre o documento e o evento, a memória e o presente, para reconfigurar a aparente isolada e periférica performance de Hsieh. Ao fazê-lo, a palestra descobre uma noção de duração vivida... Na conversa que se segue, Hsieh apresenta o seu percurso desde os primeiros trabalhos até às recentes exibições nos museus Guggenheim e MoMA em Nova Iorque e explica o pensamento que existe por trás das suas invulgares obras de arte e o seu compromisso com as longas durações.

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Preço

Preço único 5€

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