Maria Matos Teatro Municipal
 


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O ginjal ou O sonho das cerejas

Mónica Calle
Quinta 1 a sábado 10 Julho (excepto segunda 5) 2010





Sobre

Desde 1992 que Mónica Calle, directora artística da Casa Conveniente, tem vindo a desenvolver um trabalho que procura uma interacção privilegiada com a palavra, visitando autores como Bernhard, Beckett, Handke e Tchekov.

O ginjal ou O sonho das cerejas é a continuação de A última ceia ou sobre O cerejal (2007), onde cinco actrizes e o público partilhavam o texto, à volta da mesa de jantar.

 

O sonho das cerejas. Contar histórias e rir enquanto a casa é destruída. E continuar a viver. “Sabem uma coisa? Eu levanto-me às quatro da manhã. Às vezes quando não consigo dormir, penso: meu Deus, deste-nos florestas enormes, campos infinitos, horizontes sem fim, e por isso tudo, nós, vivendo aqui, devíamos ser autênticos gigantes...” O Ginjal Anton Tchekov

 

Em Março, a Casa Conveniente foi distinguida pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, "pela persistência com que abraça um teatro que alia músculo verbal e exigência interpretativa raros a um impreterível, generoso desígnio de repensar formas e práticas".

Sobre

Desde 1992 que Mónica Calle, directora artística da Casa Conveniente, tem vindo a desenvolver um trabalho que procura uma interacção privilegiada com a palavra, visitando autores como Bernhard, Beckett, Handke e Tchekov.

O ginjal ou O sonho das cerejas é a continuação de A última ceia ou sobre O cerejal (2007), onde cinco actrizes e o público partilhavam o texto, à volta da mesa de jantar.

 

O sonho das cerejas. Contar histórias e rir enquanto a casa é destruída. E continuar a viver. “Sabem uma coisa? Eu levanto-me às quatro da manhã. Às vezes quando não consigo dormir, penso: meu Deus, deste-nos florestas enormes, campos infinitos, horizontes sem fim, e por isso tudo, nós, vivendo aqui, devíamos ser autênticos gigantes...” O Ginjal Anton Tchekov

 

Em Março, a Casa Conveniente foi distinguida pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, "pela persistência com que abraça um teatro que alia músculo verbal e exigência interpretativa raros a um impreterível, generoso desígnio de repensar formas e práticas".

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