|
Dois Graus
Arte, Alterações Climáticas e Desenvolvimento Sustentável
Vários locais do Teatro Maria Matos
CONVERSAS
sexta 6 e sábado 7 Maio 10h00 às 18h00
Conferência internacional e seminários
ENTRADA LIVRE
O Programa para o Desenvolvimento das Nações Unidas advoga um limite máximo de 2ºC para o aumento da temperatura média global, argumentando que, caso se ultrapasse esse valor, as consequências para a vida na Terra serão irreversíveis. Apesar disso, as conferências sobre mudanças climáticas em Copenhaga e Cancun não conseguiram assegurar um acordo viável… Se as emissões continuarem a crescer ao ritmo actual, todas as previsões científicas prevêem um aumento da temperatura média global que pode chegar aos 4ºC até ao final do século. O aumento da temperatura não é apenas um problema global, mas também transversal. A emissão de gases de estufa está ligada a todos os sectores da actividade humana e uma redução significativa das emissões só pode ser alcançada através do esforço de todos. Qual é o papel do sector cultural neste contexto? A arte tem a capacidade de informar o público? Tem o dever de incitar as pessoas a reduzir a sua pegada ecológica? Os próprios artistas e agentes culturais podem desenvolver métodos ecológicos para produzir, apresentar e distribuir obras artísticas?
6 Maio
10h00 > 10h30 Introdução
Mark Deputter, Maria Matos Teatro Municipal, Lisboa Delgado Domingos, Lisboa E-Nova, Agência Municipal de Energia-Ambiente de Lisboa
10h30 > 13h00 As alterações climáticas, a ecologia e o desenvolvimento sustentável: onde estamos e o que podemos fazer?
A transição para uma sociedade sustentável: uma abordagem sistémica Peter Tom Jones University of Leuven, Belgium Respeitar os limites ecológicos do ecossistema terrestre é condição base não negociável para o nosso desenvolvimento socio-económico. O diagrama de Rockström demonstra que já ultrapassámos a margem operacional de segurança para algumas questões ambientais globais, incluindo as alterações climáticas. De forma a regressar a uma sustentabilidade ecológica, o uso de recursos naturais pelos países desenvolvidos tem de ser reduzido em 90%. É essencial uma transição para a sustentabilidade.
Rumo às Emissões Carbono Zero Jo Gwillim Centre for Alternative Technologies, Wales, UK O relatório zerocarbonbritain2030 é uma visão positiva e realista para uma sociedade livre de combustíveis fósseis. Apresenta soluções políticas, económicas e tecnológicas para os desafios urgentes apontados pela ciência climática e explora sinergias entre vários sectores com o objectivo de criar soluções integradas. Explicita como se pode reduzir o uso de energia na construção, nos transportes, na ordenação do território e no comportamento humano e propõe avanços concretos na aplicação das energias renováveis.
Debate aberto ao púbico
14h30 > 16h00 Arte, Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável
A Transição do Sector das Artes para o Desenvolvimento Sustentável Helen Heathfield Julie’s Bicycle, UK Usando como referência os múltiplos exemplos no Reino Unido de organizações artísticas, redes e parcerias que estão a reduzir o seu impacto ambiental, iremos partilhar os sucessos conquistados e as lições aprendidas referentes a teatros e salas de concertos, digressões, festivais, editoras, artes visuais e dança. Uma visão para um futuro mais sustentável e uma forma de inspirar organizações a atingi-lo.
Trabalhar as Alterações Climáticas com Artistas: Produzir, Apresentar e Distribuir Judith Knight Artsadmin, UK Como deve o sector das Artes responder às alterações climáticas? Devemos encomendar trabalhos que chamem a atenção para esta problemática? Devemos continuar a promover digressões internacionais? Nesta conferência, Judith Knight fala sobre os compromissos da Artsadmin face às alterações climáticas: o trabalho no contexto da rede Imagine 2020, a curadoria de arte e os esforços para tornar as digressões mais ecológicas.
Debate aberto ao púbico
16h30 / 18h00 Práticas de Desenvolvimento Sustentável nas Artes
Vale a Pena a Festa? — A Experiência de Sustentabilidade do Boom Festival André Soares Boom Festival, Portugal; Ecocentro IPEC, Brasil Desde 2006 que André Soares e o Boom Festival embarcaram na viagem de criar um grande festival sustentável, procurando responder ao desafio com práticas ecológicas e novas tecnologias. Actualmente o festival é tido como um caso de sucesso, tendo recebido várias distinções e prémios, incluindo os prémios europeus Green Festival e Green and Clean Festival.
Design para Melhorar a Vida: os INDEX: Awards Adam von Haffner Paulsen INDEX Awards, Denmark INDEX: é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2002 e internacionalmente reconhecida pelo seu prémio bienal de design, no valor de 500 000€. INDEX: promove o sonho de um mundo concebido para satisfazer as necessidades e aspirações da humanidade e nove anos de experiência mostram que o design pode ser um factor decisivo na construção de um mundo melhor.
Debate aberto ao púbico
7 Maio
Seminários 10h00 > 13h00
Como Gerir um Teatro Sustentável Helen Heathfield Julie’s Bicycle, UK Vários teatros no Reino Unido estão a diminuir o seu impacto ambiental. Helen Heathfield expõe casos concretos como o do Arcola Theatre, do National Theatre, do Sage Gateshead e da Wembley Arena. Este seminário procura apresentar propostas concretas, das questões técnicas a medidas de gestão de uma equipa ecológica, passando pela comunicação com artistas e ao público.
Produzir Espectáculos de forma mais Ecológica Johan Penson ROSAS/BASTT, Belgium O que podem as artes performativas fazer relativamente às alterações climáticas? Como podemos viver de consciência tranquila e desenvolver produções artísticas tendo conhecimento da pegada ecológica que provocamos? Esta intervenção pretende ser um guia prático para a gestão sustentável de processos criativos e apresentar um exemplo de um espectáculo com baixo nível de consumo energético.
Educação para o Desenvolvimento Sustentável e para a Cidadania Mundial Jo Gwillim Centre for Alternative Technologies, Wales, UK Neste seminário, professores e educadores adquirem conhecimentos sobre a sustentabilidade e a sua aplicação num contexto educativo. Os participantes encontrarão inspiração e novas ideias para trabalhar estes temas globais com crianças, estudantes e adultos. As alterações climáticas, o desenvolvimento sustentável e a biodiversidade são abordados através de temas concretos como a comida, a casa e a energia.
15h00 > 18h00
Festivais Sustentáveis André Soares BOOM Festival, Portugal; Ecocentro IPEC, Brasil Os eventos culturais são janelas de oportunidade para demonstrar a viabilidade de estilos de vida sustentáveis. A sustentabilidade requer um planeamento estratégico e operacional que respeita as limitações da água, da energia, das matérias-primas, do tempo e das pessoas. Neste seminário, usamos a Permacultura como uma ferramenta para discutir estratégias para um evento sustentável.
Trabalhar com os Artistas, Públicos e Decisores Judith Knight Artsadmin, UK Ao tomar a decisão de tornar as artes “mais amigas do ambiente”, por onde começar? Junto dos artistas, dos públicos, dos financiadores, dos espaços? Como é que uns podem influenciar os outros? Como unir todos estes pontos?
Digressões Sustentáveis de Espectáculos e Concertos Helen Heathfield Julie’s Bicycle, UK Helen Heathfield apresenta uma pesquisa recente sobre digressões de peças de teatro, orquestras e bandas e sobre a forma como as organizações têm posto em prática as recomendações da agência Julie’s Bicycle. A Industry Green Tool for Touring pode ajudar no planeamento e avaliação das digressões: a escolha de fornecedores, as opções de cenografia, os percursos da digressão, a colaboração das equipas e dos artistas e a partilha os resultados com o público.
Links
6 Maio Conferência
Dirigido ao público em geral Sala Principal Entrada livre | Em inglês sem legendagem
7 Maio Seminários
Dirigido a artistas, estudantes e profissionais das artes do espectáculo Entrada livre. Inscrição obrigatória até 4 de Maio, através de anagomes@egeac.pt Máximo 20 participantes por seminário. Seminários decorrem em simultâneo. | Em inglês sem legendagem
Biografias
Peter Tom Jones Research Manager Industrial Ecology, University of Leuven, Belgium Além do seu trabalho académico na Universidade de Lovaina, Peter Tom Jones é activo na área do Transition Management. É co-fundador do Plan C, a organização flamenga para a Gestão Sustentável de Materiais, e de Terra Reversa, um think tank para a economia ecológica. É ainda autor de vários livros e artigos sobre ecologia, economia ecológica, alterações climáticas e transition management. www.petertomjones.be
André Soares Environmental Designer and Consultant. Sustainability Director of Boom Festival, Portugal and Ecocentro IPEC, Brasil André Soares é designer ambiental e consultor. Fundou várias ONGs, incluindo o maior centro de educação para a sustentabilidade na América Latina. Durante os últimos 20 anos, tem sido consultor na área da transição para a sustentabilidade na Austrália, Europa, África, América do Norte e América Latina. www.boomfestival.org| www.ecocentro.org
Judith Knight Director Artsadmin, UK Co-directora e fundadora da Artsadmin — uma organização ímpar na produção de projectos de teatro, dança, live art e artes visuais – que tem apoiado nos últimos 30 anos alguns dos mais inovadores artistas do Reino Unido. Artsadmin é membro da rede Imagine 2020 e tem focado, nos últimos anos, grande parte do seu trabalho na problemática das alterações climáticas. www.artsadmin.co.uk
Johan Penson Technical director Rosas and President of BASTT, Belgium Com formação em engenharia de som, Johan Penson é Director Técnico da companhia Rosas de Anne Teresa de Keermaeker e presidente da Associação Belga de Cenógrafos e Técnicos de palco, Bastt, uma organização que valoriza o desenvolvimento sustentável. É membro do eco-atelier Cultuurforum, um think-tank criado pelo Ministério da Cultura da Flandres para reflectir sobre o papel da cultura na transição para uma sociedade sustentável. www.rosas.be| www.bastt.be
Adam von Haffner Paulsen News Director INDEX Awards, Denmark Adam von Haffner Paulsen é responsável pelo recém-formado Departamento de Comunicação da INDEX: e gere a cada vez mais completa galeria de notícias sobre Design to Improve Life. É formado em Creative Basics pelo Graphic Artes Institute da Dinamarca e trabalha com a INDEX: desde 2005. www.indexaward.dk
Helen Heathfield Director of Energy and Environment, Julie's Bicycle, UK Tem formação em Economia do Ambiente e tem vindo a aplicar esse conhecimento ao urbanismo, energia, alterações climáticas e comportamento social. Como directora do Departamento de Energia e Ambiente da Julie’s Bicycle, promoveu perto de cem auditorias e avaliações ecológicas, aconselhando centenas de organizações de artes. Helen está determinada em transformar a nossa relação connosco próprios e com o nosso planeta. www.juliesbicycle.com
Jo Gwillim Education Officer Centre for Alternative Technology, Wales, UK
Jo Gwillim tem formação em Física, mas passou grande parte dos seus dias de estudante envolvido no desenho de luz para palco. Desde que finalizou os seus estudos, trabalhou como bio-engenheiro em hospitais, fundou e desenvolveu durante 20 anos uma das maiores cooperativas de energias renováveis do Reino Unido. Ter ensinado energia solar em África motivou-o a tornar-se professor do ensino secundário antes de se dedicar nos últimos cincos anos ao Serviço Educativo do Centre for Alternative Techonology no País de Gales. Quando não está a trabalhar adora tocar baixo muito muito alto.
www.cat.org.uk
Críticas e antecipações
Não existem críticas.
Sinopse
ENTRADA LIVRE
O Programa para o Desenvolvimento das Nações Unidas advoga um limite máximo de 2ºC para o aumento da temperatura média global, argumentando que, caso se ultrapasse esse valor, as consequências para a vida na Terra serão irreversíveis. Apesar disso, as conferências sobre mudanças climáticas em Copenhaga e Cancun não conseguiram assegurar um acordo viável… Se as emissões continuarem a crescer ao ritmo actual, todas as previsões científicas prevêem um aumento da temperatura média global que pode chegar aos 4ºC até ao final do século. O aumento da temperatura não é apenas um problema global, mas também transversal. A emissão de gases de estufa está ligada a todos os sectores da actividade humana e uma redução significativa das emissões só pode ser alcançada através do esforço de todos. Qual é o papel do sector cultural neste contexto? A arte tem a capacidade de informar o público? Tem o dever de incitar as pessoas a reduzir a sua pegada ecológica? Os próprios artistas e agentes culturais podem desenvolver métodos ecológicos para produzir, apresentar e distribuir obras artísticas?
6 Maio
10h00 > 10h30 Introdução
Mark Deputter, Maria Matos Teatro Municipal, Lisboa Delgado Domingos, Lisboa E-Nova, Agência Municipal de Energia-Ambiente de Lisboa
10h30 > 13h00 As alterações climáticas, a ecologia e o desenvolvimento sustentável: onde estamos e o que podemos fazer?
A transição para uma sociedade sustentável: uma abordagem sistémica Peter Tom Jones University of Leuven, Belgium Respeitar os limites ecológicos do ecossistema terrestre é condição base não negociável para o nosso desenvolvimento socio-económico. O diagrama de Rockström demonstra que já ultrapassámos a margem operacional de segurança para algumas questões ambientais globais, incluindo as alterações climáticas. De forma a regressar a uma sustentabilidade ecológica, o uso de recursos naturais pelos países desenvolvidos tem de ser reduzido em 90%. É essencial uma transição para a sustentabilidade.
Rumo às Emissões Carbono Zero Jo Gwillim Centre for Alternative Technologies, Wales, UK O relatório zerocarbonbritain2030 é uma visão positiva e realista para uma sociedade livre de combustíveis fósseis. Apresenta soluções políticas, económicas e tecnológicas para os desafios urgentes apontados pela ciência climática e explora sinergias entre vários sectores com o objectivo de criar soluções integradas. Explicita como se pode reduzir o uso de energia na construção, nos transportes, na ordenação do território e no comportamento humano e propõe avanços concretos na aplicação das energias renováveis.
Debate aberto ao púbico
14h30 > 16h00 Arte, Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável
A Transição do Sector das Artes para o Desenvolvimento Sustentável Helen Heathfield Julie’s Bicycle, UK Usando como referência os múltiplos exemplos no Reino Unido de organizações artísticas, redes e parcerias que estão a reduzir o seu impacto ambiental, iremos partilhar os sucessos conquistados e as lições aprendidas referentes a teatros e salas de concertos, digressões, festivais, editoras, artes visuais e dança. Uma visão para um futuro mais sustentável e uma forma de inspirar organizações a atingi-lo.
Trabalhar as Alterações Climáticas com Artistas: Produzir, Apresentar e Distribuir Judith Knight Artsadmin, UK Como deve o sector das Artes responder às alterações climáticas? Devemos encomendar trabalhos que chamem a atenção para esta problemática? Devemos continuar a promover digressões internacionais? Nesta conferência, Judith Knight fala sobre os compromissos da Artsadmin face às alterações climáticas: o trabalho no contexto da rede Imagine 2020, a curadoria de arte e os esforços para tornar as digressões mais ecológicas.
Debate aberto ao púbico
16h30 / 18h00 Práticas de Desenvolvimento Sustentável nas Artes
Vale a Pena a Festa? — A Experiência de Sustentabilidade do Boom Festival André Soares Boom Festival, Portugal; Ecocentro IPEC, Brasil Desde 2006 que André Soares e o Boom Festival embarcaram na viagem de criar um grande festival sustentável, procurando responder ao desafio com práticas ecológicas e novas tecnologias. Actualmente o festival é tido como um caso de sucesso, tendo recebido várias distinções e prémios, incluindo os prémios europeus Green Festival e Green and Clean Festival.
Design para Melhorar a Vida: os INDEX: Awards Adam von Haffner Paulsen INDEX Awards, Denmark INDEX: é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2002 e internacionalmente reconhecida pelo seu prémio bienal de design, no valor de 500 000€. INDEX: promove o sonho de um mundo concebido para satisfazer as necessidades e aspirações da humanidade e nove anos de experiência mostram que o design pode ser um factor decisivo na construção de um mundo melhor.
Debate aberto ao púbico
7 Maio
Seminários 10h00 > 13h00
Como Gerir um Teatro Sustentável Helen Heathfield Julie’s Bicycle, UK Vários teatros no Reino Unido estão a diminuir o seu impacto ambiental. Helen Heathfield expõe casos concretos como o do Arcola Theatre, do National Theatre, do Sage Gateshead e da Wembley Arena. Este seminário procura apresentar propostas concretas, das questões técnicas a medidas de gestão de uma equipa ecológica, passando pela comunicação com artistas e ao público.
Produzir Espectáculos de forma mais Ecológica Johan Penson ROSAS/BASTT, Belgium O que podem as artes performativas fazer relativamente às alterações climáticas? Como podemos viver de consciência tranquila e desenvolver produções artísticas tendo conhecimento da pegada ecológica que provocamos? Esta intervenção pretende ser um guia prático para a gestão sustentável de processos criativos e apresentar um exemplo de um espectáculo com baixo nível de consumo energético.
Educação para o Desenvolvimento Sustentável e para a Cidadania Mundial Jo Gwillim Centre for Alternative Technologies, Wales, UK Neste seminário, professores e educadores adquirem conhecimentos sobre a sustentabilidade e a sua aplicação num contexto educativo. Os participantes encontrarão inspiração e novas ideias para trabalhar estes temas globais com crianças, estudantes e adultos. As alterações climáticas, o desenvolvimento sustentável e a biodiversidade são abordados através de temas concretos como a comida, a casa e a energia.
15h00 > 18h00
Festivais Sustentáveis André Soares BOOM Festival, Portugal; Ecocentro IPEC, Brasil Os eventos culturais são janelas de oportunidade para demonstrar a viabilidade de estilos de vida sustentáveis. A sustentabilidade requer um planeamento estratégico e operacional que respeita as limitações da água, da energia, das matérias-primas, do tempo e das pessoas. Neste seminário, usamos a Permacultura como uma ferramenta para discutir estratégias para um evento sustentável.
Trabalhar com os Artistas, Públicos e Decisores Judith Knight Artsadmin, UK Ao tomar a decisão de tornar as artes “mais amigas do ambiente”, por onde começar? Junto dos artistas, dos públicos, dos financiadores, dos espaços? Como é que uns podem influenciar os outros? Como unir todos estes pontos?
Digressões Sustentáveis de Espectáculos e Concertos Helen Heathfield Julie’s Bicycle, UK Helen Heathfield apresenta uma pesquisa recente sobre digressões de peças de teatro, orquestras e bandas e sobre a forma como as organizações têm posto em prática as recomendações da agência Julie’s Bicycle. A Industry Green Tool for Touring pode ajudar no planeamento e avaliação das digressões: a escolha de fornecedores, as opções de cenografia, os percursos da digressão, a colaboração das equipas e dos artistas e a partilha os resultados com o público.
Críticas e antecipações
Não existem críticas.
Preço
6 Maio Conferência
Dirigido ao público em geral Sala Principal Entrada livre | Em inglês sem legendagem
7 Maio Seminários
Dirigido a artistas, estudantes e profissionais das artes do espectáculo Entrada livre. Inscrição obrigatória até 4 de Maio, através de anagomes@egeac.pt Máximo 20 participantes por seminário. Seminários decorrem em simultâneo. | Em inglês sem legendagem
Descontos
Comentários
| |