Maria Matos Teatro Municipal
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A humanidade e a animalidade no universo indígena amazónico

APARECIDA VILAÇA
Sala Principal com bancada
DEBATE E PENSAMENTO
26 maio 2017 → sexta: 18h30


Como pensar um mundo em que a humanidade não é uma condição, mas uma posição na qual o parentesco não está relacionado com a reprodução, mas é produzido por atos quotidianos de cuidado e alimentação? Em que os animais se vêm a si próprios como humanos e tomam as pessoas por presas? Esta conferência introduz-nos no mundo amazónico, particularmente no dos Wari’, povo que vive na fronteira entre o Brasil e a Bolívia, com o objetivo de questionar as nossas noções correntes de humanidade, animalidade e parentesco.

Aparecida Vilaça (Brasil), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, investiga o povo Wari’ da Amazónia brasileira, focando-se nos temas do xamanismo, canibalismo e guerra, e nas transformações socioculturais relacionadas com a cristianização e a escolarização.


O ciclo Questões indígenas: Ecologia, Terra e Saberes Ameríndios é uma apresentação no âmbito da rede Imagine 2020 com o apoio do Programa Europa Criativa da União Europeia



Passado e Presente - Um programa Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017

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(sujeita à lotação) mediante levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 15h • duração: 2h • streaming acessível através do Facebook do Teatro Maria Matos a partir das 18h30

Biografias

Aparecida Vilaça (Brasil) é pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e professora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Desde 1986 realiza pesquisa entre os Wari’ da Amazónia brasileira, com foco nos temas do xamanismo, canibalismo e guerra, e nas transformações socioculturais relacionadas à cristianização e à escolarização. Foi professora convidada na École des Hautes Études en Sciences Sociales e na École Pratique des Hautes Études (Paris) no Centre of Latin American Studies, Centre for Research in Arts, Social Sciences and Humanities e no Department of Social Anthropology da Universidade de Cambridge (Reino Unido), entre outras instituições internacionais. Os seus llivros mais recentes são: Quem somos nós. Os Wari’ encontram os brancos. (Rio de Janeiro, UFRJ, 2006) e Strange Enemies. Indigenous Agency and Scenes of Encounters in Amazonia (Duke University Press, 2010).

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Não existem críticas.

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Sinopse


Como pensar um mundo em que a humanidade não é uma condição, mas uma posição na qual o parentesco não está relacionado com a reprodução, mas é produzido por atos quotidianos de cuidado e alimentação? Em que os animais se vêm a si próprios como humanos e tomam as pessoas por presas? Esta conferência introduz-nos no mundo amazónico, particularmente no dos Wari’, povo que vive na fronteira entre o Brasil e a Bolívia, com o objetivo de questionar as nossas noções correntes de humanidade, animalidade e parentesco.

Aparecida Vilaça (Brasil), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, investiga o povo Wari’ da Amazónia brasileira, focando-se nos temas do xamanismo, canibalismo e guerra, e nas transformações socioculturais relacionadas com a cristianização e a escolarização.


Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Preço

(sujeita à lotação) mediante levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 15h • duração: 2h • streaming acessível através do Facebook do Teatro Maria Matos a partir das 18h30

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