Maria Matos Teatro Municipal
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O papel dos afetos na política agonística

CHANTAL MOUFFE
Sala Principal com bancada
DEBATE E PENSAMENTO
22 março 2017 → quarta: 18h30




Chantal Mouffe é professora de Teoria Política no Centro para o Estudo da Democracia, na Universidade de Westminster, em Londres. Tem trabalhado extensamente sobre a importância dos afetos na política. Dos livros que publicou, destacam-se The Return of the Political (Verso, London, 1993) The Democratic Paradox (Verso, London, 2000) e Agonistics: Thinking the World Politically (Verso, 2013). 

“Nesta conferência, apresentarei o meu modelo agonístico de política democrática, pondo especial ênfase no papel dos afetos. Vou esclarecer qual é a minha posição na atual "inclinação afetiva" que ocorre nas ciências sociais, explicando porque prefiro falar de "paixões" em vez de "emoções". A minha conceção de política afirma que neste campo tratamos sempre de identidades coletivas e da construção de uma relação nós/eles. A construção do "nós" exige a mobilização de "afetos comuns" e é isso que eu entendo por "paixões". O que está em jogo numa democracia agonística é a construção de uma relação entre nós e eles em termos de adversários."

Chantal Mouffe

Apresentação no âmbito da rede House on Fire, com o apoio do Programa Cultura da União Europeia
 

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(sujeita à lotação) mediante levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 15h • em espanhol  duração: 2h

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Não existem críticas.

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Sinopse




Chantal Mouffe é professora de Teoria Política no Centro para o Estudo da Democracia, na Universidade de Westminster, em Londres. Tem trabalhado extensamente sobre a importância dos afetos na política. Dos livros que publicou, destacam-se The Return of the Political (Verso, London, 1993) The Democratic Paradox (Verso, London, 2000) e Agonistics: Thinking the World Politically (Verso, 2013). 

“Nesta conferência, apresentarei o meu modelo agonístico de política democrática, pondo especial ênfase no papel dos afetos. Vou esclarecer qual é a minha posição na atual "inclinação afetiva" que ocorre nas ciências sociais, explicando porque prefiro falar de "paixões" em vez de "emoções". A minha conceção de política afirma que neste campo tratamos sempre de identidades coletivas e da construção de uma relação nós/eles. A construção do "nós" exige a mobilização de "afetos comuns" e é isso que eu entendo por "paixões". O que está em jogo numa democracia agonística é a construção de uma relação entre nós e eles em termos de adversários."

Chantal Mouffe

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Não existem críticas.

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(sujeita à lotação) mediante levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 15h • em espanhol  duração: 2h

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