Maria Matos Teatro Municipal
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Questões indígenas: Ecologia, Terra e Saberes Ameríndios

DEBATE E PENSAMENTO
5 a 7 e 25 a 27 maio 2017

Pensar em solidariedade com os indígenas na América do Sul enquanto conhecemos as suas culturas ou lutas políticas é o grande desafio que propomos neste programa. Éticas ou estéticas indígenas, a Terra como ser sensível e a expressão de potencialidades múltiplas de interação, a Amazónia e a Patagónia como espaço de resistência e confronto, mas também de proposição de formas de viver em conjunto que diferem do modo que ali tem sido imposto pelo projeto colonial serão parte deste diálogo. Ao pensarmos com os indígenas, veremos que a ideia antiga de que culturas, línguas ou sociedades minoritárias indígenas estão ou estiveram em vias de extinção são afinal expressão de ameaças que, ao tocarem um povo indígena, tocam um projeto de mundo sobre o qual iremos debater e no qual nós, Europeus, também estamos implicados.

programação: Liliana Coutinho consultadoria: Susana de Matos Viegas
ilustração: Pedro Lourenço




O ciclo Questões indígenas: Ecologia, Terra e Saberes Ameríndios é uma apresentação no âmbito da rede Imagine 2020 com o apoio do Programa Europa Criativa da União Europeia



Passado e Presente - Um programa Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017

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Biografias

Liliana Coutinho é curadora e Assistente de Programação no Teatro Municipal Maria Matos, em Lisboa. Doutora em Estética e Ciências da Arte pela Univ. Paris 1, é investigadora do Institut A.C.T.E – Université Paris 1 /CNRS. Publicou “O delicado fio do comum”, em André Guedes, Ensaios para uma antológica, Kunsthalle Lissabon e Cura Books, 2016; “No meio da rua tinha um museu, tinha um museu no meio da rua…”, emO Museu como, veículo de desenvolvimento crítico e social, Cadernos do Atelier Júlio Pomar/ Documenta, 2016 “L'objet: ni un fétiche ni une preuve, mais un don pour la performance", in Performance Vie d’Archive, Les presses du réel, 2014; “O Coro, outra vez”, inAnne Teresa de Keersmaeker em Lisboa, INCM, 2013;“On the utility of a universal's fiction”, inGimme Shelter: Global Discourses In Aesthetics.Amsterdam University Press, 2013;«Hearing our pathway -A Sensous Walk», emMobility and Fantasy in Visual Culture, London: Routledge, 2013;"Uma filosofia performativa: A dança como metáfora filosófica no texto de Alphonso Lingis, The first person singular", inA performance ensaiada: ensaios sobre performance contemporânea. Fortaleza: LICCA, 2012;Do que falamos quando falamos de Performance,Marte nº3, Lisboa, 2008;Ana Vieira.O que ocorre nos interstíciosda figura?, Ed. Caminho, 2007;entreoutros. Foi responsável, entre 2013 e 2015, pelo Serviço Educativo do Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Coordenou e concebeu, com Rui Pina Coelho, o projeto de formação em crítica de artes performativas Mais Críticae, como investigadora e curadora, colaborou com o CAM – Fundação Calouste Gulbenkian (em publicações, investigação sobre a coleção, conferencias no âmbito do programa educativo, e como curadora da exposiçãoTúlia Saldanha, 2014), M.A.C. Serralves, Artistas Unidos, Atelier Re.Al. Participou em comités científicos, proferiu conferências em Portugal e no estrangeiro e deu aulas de história da dança e teoria crítica no Fórum Dança e no C.E.M. Integra da Direção da A.I.C.A. – Associação Internacional de Críticos de Arte/Portugal, e das Associações Alkantara, Re.Al e And_Lab.


Susana de Matos Viegas
é antropóloga e Investigadora desde 2006 no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Fez o doutoramento (2003) em Antropologia na Universidade de Coimbra onde foi docente entre 1989 e 2006. Desde 1997 faz pesquisa entre os índios Tupinambá no sul da Bahia, tendo publicado a sua monografia Terra Calada (2007) no Brasil e coordenado o processo de demarcação da Terra Indígena Tupinambá de Olivença sob solicitação dos índios e da Fundação Nacional do Índio (Ministério da Justiça, Brasil). O seu contributo para a área de estudos ameríndios no Atlântico Nordeste do Brasil foi o de integrar os debates da etnologia sobre a Amazónia numa compreensão etnográfica da vida sociocultural dos Tupinambá de Olivença e sua historicidade. Tem como interesses de pesquisa os estudos ameríndios (principalmente Tupi), pessoa, terra, espaço e territorialidades, parentesco e género, experiência vivida e suas historicidades. Desde 2012 desenvolve pesquisa também entre os falantes de Fataluku em Timor-Leste, sobre territorialidades e historicidades, os Mártires e a relação com os antepassados a partir de trabalho de campo realizado na região de Lautém.
 

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Sinopse

Pensar em solidariedade com os indígenas na América do Sul enquanto conhecemos as suas culturas ou lutas políticas é o grande desafio que propomos neste programa. Éticas ou estéticas indígenas, a Terra como ser sensível e a expressão de potencialidades múltiplas de interação, a Amazónia e a Patagónia como espaço de resistência e confronto, mas também de proposição de formas de viver em conjunto que diferem do modo que ali tem sido imposto pelo projeto colonial serão parte deste diálogo. Ao pensarmos com os indígenas, veremos que a ideia antiga de que culturas, línguas ou sociedades minoritárias indígenas estão ou estiveram em vias de extinção são afinal expressão de ameaças que, ao tocarem um povo indígena, tocam um projeto de mundo sobre o qual iremos debater e no qual nós, Europeus, também estamos implicados.

programação: Liliana Coutinho consultadoria: Susana de Matos Viegas
ilustração: Pedro Lourenço


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