Max Richterinfra
Sala Principal | M/3
MÚSICA
sábado 5 novembro 22h00
"infra tem alguma da melhor música de Max Richter." O primeiro passo de Max Richter, após os seus estudos na Academia Real de Música de Edimburgo e em Florença com Luciano Berio, foi a criação do coletivo Piano Circus, em 1989, com outros cinco pianistas. Se Six Pianos, de Steve Reich, foi o ponto de partida, rapidamente o projeto ganhou vida própria tornando-se uma referência e um desafio para a construção de repertório próprio. Talvez se possa vislumbrar aqui, por parte de Richter, uma vontade de rutura imediata com os padrões dominantes ao colocar o seu academismo no limite. Não foi, então, por acaso que as suas etapas seguintes tenham incluído The Future Sound Of London ou Roni Size, ou seja, eletrónica ou drum'n'bass, ou a necessidade de perceber como funcionam as leis dos mundos paralelos. Quando finalmente se aventura a solo, a partir de Memoryhouse, em 2002, conseguimos compreender como todas essas incursões de Richter se fundem num generoso terreno entre a composição clássica e a experimentação. Ao longo de cinco álbums, mas sobretudo ao longo de vários trabalhos com coreógrafos, encenadores ou realizadores de cinema, Max Richter coloca-se numa espécie de primeira linha do que se acostumou apelidar de "nova música" ou "pós-clássica", em que formas tradicionais que podem vir, no seu caso, de Satie ou Schubert, se glorificam por uma ideia idiossincrática de arrojo e modernidade que tanto poderia ser personificada pelos minimalistas americanos como pelos novos estetas da eletrónica experimental. Tilda Swinton, Robert Wyatt,
piano Max Richter
Preçário 12€ / Com desconto 6€ Folha da sala
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Críticas e antecipaçõesNão existem críticas.
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"infra tem alguma da melhor música de Max Richter." O primeiro passo de Max Richter, após os seus estudos na Academia Real de Música de Edimburgo e em Florença com Luciano Berio, foi a criação do coletivo Piano Circus, em 1989, com outros cinco pianistas. Se Six Pianos, de Steve Reich, foi o ponto de partida, rapidamente o projeto ganhou vida própria tornando-se uma referência e um desafio para a construção de repertório próprio. Talvez se possa vislumbrar aqui, por parte de Richter, uma vontade de rutura imediata com os padrões dominantes ao colocar o seu academismo no limite. Não foi, então, por acaso que as suas etapas seguintes tenham incluído The Future Sound Of London ou Roni Size, ou seja, eletrónica ou drum'n'bass, ou a necessidade de perceber como funcionam as leis dos mundos paralelos. Quando finalmente se aventura a solo, a partir de Memoryhouse, em 2002, conseguimos compreender como todas essas incursões de Richter se fundem num generoso terreno entre a composição clássica e a experimentação. Ao longo de cinco álbums, mas sobretudo ao longo de vários trabalhos com coreógrafos, encenadores ou realizadores de cinema, Max Richter coloca-se numa espécie de primeira linha do que se acostumou apelidar de "nova música" ou "pós-clássica", em que formas tradicionais que podem vir, no seu caso, de Satie ou Schubert, se glorificam por uma ideia idiossincrática de arrojo e modernidade que tanto poderia ser personificada pelos minimalistas americanos como pelos novos estetas da eletrónica experimental. Tilda Swinton, Robert Wyatt, Críticas e antecipaçõesNão existem críticas. Preço
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