Maria Matos Teatro Municipal
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Joana Sá

Elogio da Desordem
Sala Principal
MÚSICA
4 outubro 2013 22h00

No regresso ao Teatro Maria Matos, a pianista Joana Sá apresenta a sua nova obra lançada neste mesmo mês pelo selo Shhpuma, Elogio da Desordem, um monólogo interior para piano semi-preparado, acompanhado por instalação de campainhas e sirenes, toy piano, caixas de ruído, mini-amplificadores, voz e eletrónica. Aproximando-se do teatro instrumental, Elogio da Desordem procura um discurso musical no qual irrompe ocasionalmente a palavra. Ultrapassando os limites habituais de uma pianista, Joana Sá tenta dar resposta aos sistemas de desordem por si criados, imaginados ou vividos numa performance musical que tem implícita uma coreografia de ações ― nas suas palavras, é música para ver, ouvir e pensar. Nesta busca pela representação de um espaço interior através das dimensões musical, textual e visual, a pianista rodeou-se das sensibilidades de Gonçalo M. Tavares, Daniel Costa Neves e Pedro Diniz Reis incorporando no monólogo as suas várias vozes.

 

música, conceito & performance Joana Sá texto Gonçalo M. Tavares vídeo Daniel Costa Neves, Pedro Diniz Reis desenho de luz Daniel Costa Neves & Tela Negra operação de som Hélder Nelson operação de luz Tela Negra construção de instalação de campainhas & sirenes Luís José Martins construção de caixas de ruído André Castro ficheiros áudio gravados por Hélder Nelson e misturados por Eduardo Raon

Preçário

14€ / 7€
Menores de 30 anos 5€

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Críticas e antecipações

Não existem críticas.

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Sinopse

No regresso ao Teatro Maria Matos, a pianista Joana Sá apresenta a sua nova obra lançada neste mesmo mês pelo selo Shhpuma, Elogio da Desordem, um monólogo interior para piano semi-preparado, acompanhado por instalação de campainhas e sirenes, toy piano, caixas de ruído, mini-amplificadores, voz e eletrónica. Aproximando-se do teatro instrumental, Elogio da Desordem procura um discurso musical no qual irrompe ocasionalmente a palavra. Ultrapassando os limites habituais de uma pianista, Joana Sá tenta dar resposta aos sistemas de desordem por si criados, imaginados ou vividos numa performance musical que tem implícita uma coreografia de ações ― nas suas palavras, é música para ver, ouvir e pensar. Nesta busca pela representação de um espaço interior através das dimensões musical, textual e visual, a pianista rodeou-se das sensibilidades de Gonçalo M. Tavares, Daniel Costa Neves e Pedro Diniz Reis incorporando no monólogo as suas várias vozes.

 

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

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14€ / 7€
Menores de 30 anos 5€

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