Maria Matos Teatro Municipal
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Roedelius e convidados

sala principal
MÚSICA
16 janeiro 2016 22h

De toda uma legião de figuras intocáveis da música alemã de vanguarda dos anos 70, Hans-Joachim Roedelius talvez seja uma das que melhor soube atravessar quatro décadas de exploração musical, deixando uma marca relevante e idiossincrática dentro e fora do período em que o krautrock e as suas derivações decretavam alguma das suas preciosas leis sonoras. Tanto os Cluster como os Harmonia foram peças-chave dessa revolução, e em ambas Roedelius foi seu ilustre elemento fundador. Com uma discografia extensa que ultrapassa a centena de álbuns, este percursor músico berlinense vai passando o testemunho a novas gerações, depois de ter influenciado o código genético de uma grande parte da música que ouvimos nos últimos anos. Este projeto é fruto dessa generosidade e da contínua necessidade que Roedelius sente em concretizar novas ideias com novos parceiros. André Gonçalves (músico e criador dos sintetizadores modulares Addac), Rui Dias (compositor de música eletroacústica) e José Alberto Gomes (curador do projeto Digitópia da Casa da Música e Blac Koyote a solo) estarão novamente convocados depois do belíssimo concerto que apresentaram na última edição do Festival Semibreve, onde inebriaram o público com uma astuta tangente ao universo roedeliano, deixando a matriz intacta mas criando um mundo novo, rico e esfuziante, que, arriscamos nós, compete com alguma da melhor música que o alemão tem produzido. Ilustrando o acontecimento, também Lisboa terá a presença de Maria Mónica no campo visual, trabalhando com projeção de figuras e objetos em tempo real, prolongando de forma onírica o ambientalismo poético da música do quarteto.

piano e eletrónica: Hans-Joachim Roedelius
sintetizador modular: André Gonçalves
computador e eletrónica: Rui Dias
eletrónica: José Alberto Gomes
visuais: Maria Mónica
fotografia: Alex Gonzalez

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Preçário

7€ a 14€ ● M/6 

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Críticas e antecipações

Não existem críticas.

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Sinopse

De toda uma legião de figuras intocáveis da música alemã de vanguarda dos anos 70, Hans-Joachim Roedelius talvez seja uma das que melhor soube atravessar quatro décadas de exploração musical, deixando uma marca relevante e idiossincrática dentro e fora do período em que o krautrock e as suas derivações decretavam alguma das suas preciosas leis sonoras. Tanto os Cluster como os Harmonia foram peças-chave dessa revolução, e em ambas Roedelius foi seu ilustre elemento fundador. Com uma discografia extensa que ultrapassa a centena de álbuns, este percursor músico berlinense vai passando o testemunho a novas gerações, depois de ter influenciado o código genético de uma grande parte da música que ouvimos nos últimos anos. Este projeto é fruto dessa generosidade e da contínua necessidade que Roedelius sente em concretizar novas ideias com novos parceiros. André Gonçalves (músico e criador dos sintetizadores modulares Addac), Rui Dias (compositor de música eletroacústica) e José Alberto Gomes (curador do projeto Digitópia da Casa da Música e Blac Koyote a solo) estarão novamente convocados depois do belíssimo concerto que apresentaram na última edição do Festival Semibreve, onde inebriaram o público com uma astuta tangente ao universo roedeliano, deixando a matriz intacta mas criando um mundo novo, rico e esfuziante, que, arriscamos nós, compete com alguma da melhor música que o alemão tem produzido. Ilustrando o acontecimento, também Lisboa terá a presença de Maria Mónica no campo visual, trabalhando com projeção de figuras e objetos em tempo real, prolongando de forma onírica o ambientalismo poético da música do quarteto.

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Preço

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7€ a 14€ ● M/6 

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