Maria Matos Teatro Municipal
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QUEST + ORQUESTRA DE GUIMARÃES

At the still point of the turning world
Sala Principal
MÚSICA
8 abril 2017 → sábado: 22h

Quest, agora promovido a nome próprio, representa uns dos trajetos mais determinados ― e, por conseguinte, promissores ― a que temos assistido na música feita em Portugal. Joana Gama e Luís Fernandes iniciaram a colaboração em 2014, com um disco elegantíssimo, raro nos seus cruzamentos entre piano e eletrónica, abençoado por inspiração cageana e propondo novas ideias para um ambientalismo fecundo que nos inundou de imagens e sensações ― foi, por isso, que Quest forneceu matéria preciosa para as bandas sonoras dos premiados A Glória de Fazer Cinema em Portugal de Manuel Mozos e Penúmbria de Eduardo Brito. A solidez do duo encontrou retorno igualmente fora de portas, com concertos no Rio de Janeiro ou Nova Iorque, por exemplo. Na nossa memória recente, está ainda Harmonies, a proposta do duo em torno da música de Satie, agora em inspirada cooperação com o músico e artista plástico Ricardo Jacinto. E, se depressa percebemos que o duo estava continuamente a desafiar-se para altos propósitos, nada nos preparou para este segundo passo em que colaboram com a Orquestra de Guimarães. Com a ajuda de José Alberto Gomes na orquestração e arranjos, ir-se-á amplificar e complexificar a sonoridade Quest, na qual todos os jogos e contaminações habituais entre o piano e eletrónica se multiplicarão por cordas, sopros e percussão, permitindo que Quest se expanda, por reforço e contraponto ao ensemble. Em apenas três anos, Joana Gama e Luís Fernandes mudaram parte do nosso mundo sonoro e ainda parecem querer dizer que o irão fazer à custa de pequenas, inesperadas e constantes revoluções. Muito apropriadamente, o nome Quest parece servir e inspirar toda a música que daí virá.

Ficha artística

piano: Joana Gama
eletrónica: Luís Fernandes
Orquestra de Guimarães
maestro: Vítor Matos
violinos: Álvaro Pereira e Filipa Abreu
viola: Emídio Ribeiro
violoncelo: Carina Albuquerque
contrabaixo: Jorge Castro
flauta: Patrícia Reis
oboé: Luís Alves
clarinete: Domingos Castro
fagote: Pedro Martinho
trompete: Ângelo Fernandes
trombone: David Silva
trompa: Bruno Rafael
percussão: Vítor Castro e André Araújo
composição: Joana Gama e Luís Fernandes
arranjos e orquestração: José Alberto Gomes
coprodução: Câmara Municipal de Guimarães e Centro Cultural Vila Flor
foto: Eduardo Brito

Preçário
6€ a 12 ● M/6 

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Críticas e antecipações

Não existem críticas.

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Sinopse

Quest, agora promovido a nome próprio, representa uns dos trajetos mais determinados ― e, por conseguinte, promissores ― a que temos assistido na música feita em Portugal. Joana Gama e Luís Fernandes iniciaram a colaboração em 2014, com um disco elegantíssimo, raro nos seus cruzamentos entre piano e eletrónica, abençoado por inspiração cageana e propondo novas ideias para um ambientalismo fecundo que nos inundou de imagens e sensações ― foi, por isso, que Quest forneceu matéria preciosa para as bandas sonoras dos premiados A Glória de Fazer Cinema em Portugal de Manuel Mozos e Penúmbria de Eduardo Brito. A solidez do duo encontrou retorno igualmente fora de portas, com concertos no Rio de Janeiro ou Nova Iorque, por exemplo. Na nossa memória recente, está ainda Harmonies, a proposta do duo em torno da música de Satie, agora em inspirada cooperação com o músico e artista plástico Ricardo Jacinto. E, se depressa percebemos que o duo estava continuamente a desafiar-se para altos propósitos, nada nos preparou para este segundo passo em que colaboram com a Orquestra de Guimarães. Com a ajuda de José Alberto Gomes na orquestração e arranjos, ir-se-á amplificar e complexificar a sonoridade Quest, na qual todos os jogos e contaminações habituais entre o piano e eletrónica se multiplicarão por cordas, sopros e percussão, permitindo que Quest se expanda, por reforço e contraponto ao ensemble. Em apenas três anos, Joana Gama e Luís Fernandes mudaram parte do nosso mundo sonoro e ainda parecem querer dizer que o irão fazer à custa de pequenas, inesperadas e constantes revoluções. Muito apropriadamente, o nome Quest parece servir e inspirar toda a música que daí virá.

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Preço


Preçário
6€ a 12 ● M/6 

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