Maria Matos Teatro Municipal
A A
pt | en
 

Joshua Abrams & Natural Information Society

SIMULTONALITY
Sala Principal
MÚSICA
3 maio 2017 → quarta: 22h

Em 2010, Natural Information parecia ser apenas um pequeno desvio, uma brilhante ideia em complemento a uma sólida carreira de 15 anos dentro da cena jazz e rock alternativo de Chicago. No centro da sua música, um gimbri (instrumento de cordas da tribo Gnawa em África) parecia chamar Joshua Abrams para uma convocatória universal e expansionista. E congregadora, até: Abrams formalizaria a Sociedade e ficava com a mais importante entrada da sua biografia musical. Premiado pelo pódio da Pitchfork e The Wire em 2015, Magnetoception testemunha o culminar de uma belíssima viagem que procurou uma serenidade quarto-mundista tal como Jon Hassell um dia sonhou e praticou. De novo, a velha questão: música do mundo? A velha resposta: o mundo na música. Música nova, de certeza, com toda uma história ancestral trazida pelo gimbri, um instrumento usado pelo povo Gnawa nas suas cerimónias curandeiras. Música nova, obviamente, embora repleta de suor ritualístico e psicadelismo sobrenatural. Simultonality, o quarto capítulo, prossegue a demanda e intensifica o chamamento do nosso corpo para uma dança extática sem fim, vibrante e enlevada, como um tornado da África quente que nos engole de prazer. Nesta noite, também Norberto Lobo e Yaw Tembe, outros dois solidários viajantes deste mundo, serão admitidos pela sociedade, fortalecendo uma aliança feita de poderes especiais.


Ficha artística

gimbri: Joshua Abrams
harmónio, gongo: Lisa Alvarado
auto-harpa, piano: Ben Boye
percussão: Mikel Avery
guitarra: Norberto Lobo
trompete: Yaw Tembe


Preçário
7€ a 14 ● M/6 

Biografias

Fotos

Vídeo

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Comentários

Sinopse

Em 2010, Natural Information parecia ser apenas um pequeno desvio, uma brilhante ideia em complemento a uma sólida carreira de 15 anos dentro da cena jazz e rock alternativo de Chicago. No centro da sua música, um gimbri (instrumento de cordas da tribo Gnawa em África) parecia chamar Joshua Abrams para uma convocatória universal e expansionista. E congregadora, até: Abrams formalizaria a Sociedade e ficava com a mais importante entrada da sua biografia musical. Premiado pelo pódio da Pitchfork e The Wire em 2015, Magnetoception testemunha o culminar de uma belíssima viagem que procurou uma serenidade quarto-mundista tal como Jon Hassell um dia sonhou e praticou. De novo, a velha questão: música do mundo? A velha resposta: o mundo na música. Música nova, de certeza, com toda uma história ancestral trazida pelo gimbri, um instrumento usado pelo povo Gnawa nas suas cerimónias curandeiras. Música nova, obviamente, embora repleta de suor ritualístico e psicadelismo sobrenatural. Simultonality, o quarto capítulo, prossegue a demanda e intensifica o chamamento do nosso corpo para uma dança extática sem fim, vibrante e enlevada, como um tornado da África quente que nos engole de prazer. Nesta noite, também Norberto Lobo e Yaw Tembe, outros dois solidários viajantes deste mundo, serão admitidos pela sociedade, fortalecendo uma aliança feita de poderes especiais.


Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Preço


Preçário
7€ a 14 ● M/6 

Descontos

Comentários

s t q q s s d
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30