AmareloCatarina Requeijo
ESGOTADO
Sala de ensaios
CRIANÇAS E JOVENS
sexta 18 a domingo 27 Março (excepto quinta 24 e sexta 25) | semana 10h00 sábado 16h00 domingo 11h00 e 16h00
3 aos 5 anos
Todas as sessões estão esgotadas Depois de Rubro, retomamos a trilogia da cor, com uma viagem ao interior do Amarelo. Amarelo-canário, amarelo-gema, amarelo-claro, amarelo-torrado, amarelo-vivo muitos são os adjectivos atribuídos a esta cor. Mas na realidade, existem muitos amarelos ou só um que se transforma, qual camaleão? Às vezes, é amargo como os limões, outras doce como o mel. Como podemos chegar a conhecer esta cor tão versátil e intrigante, que se escapa por entre os dedos como areia quando tentamos agarrá-la? É o convite feito neste espectáculo: tentar conhecer o amarelo com todos os nossos sentidos – como cheira, a que soa, a que sabe, que forma tem e que histórias nos pode contar. Certamente, depois de ver o espectáculo, há-de haver quem continue a preferir o verde ou o rosa, mas é mesmo assim! O que seria do mundo se todos gostássemos só do amarelo?
criação Catarina Requeijo ideia original Francisco Moreira concepção plástica Maria João Castelo desenho de luz José Álvaro Correia assistente de encenação Inês Barahona produção executiva Francisca Rodrigues co-produção Truta, Maria Matos Teatro Municipal e Centro Cultural Vila Flor
apresentação no âmbito da rede
co-financiada por
Preçário Duração aprox. 35 min.
BiografiasCatarina Requeijo nasceu em 1973, em Angola. Tem o curso de formação de actores da Escola Superior de Teatro e Cinema. Iniciou o seu percurso teatral em 1990 no TEUC (Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra). Como actriz trabalhou profissionalmente com Konrad Zschiedrich, Luís Castro, Tiago Rodrigues, Luís Miguel Cintra, Luís Gaspar, Nuno Cardoso, Marcos Barbosa, Madalena Vitorino, Jorge Andrade, António Pires, Cristina Carvalhal, Miguel Moreira e Giacomo Scalisi. Co-encenou com Luís Gaspar, Morrer (1999), de José Maria Vieira Mendes, a partir da obra homónima de Arthur Schnitzler. Participou nalgumas séries televisivas, entre elas, Até Amanhã Camaradas (2004), realizada por Joaquim Leitão. Em cinema, participou na curtas metragens B.D. (2004), realizada por Jacinto Lucas Pires e Todos Iguais a Dormir, realizada por Jeanne Waltz (2009).Desde 1999, colabora regularmente em projectos dirigidos a um público infantil, em entidades como o Centro de Pedagogia e Animação do Centro Cultural de Belém, o Centro Cultural Vila Flor, a Culturgest (Festival Panos), Festival MotelX, Teatro Maria Matos, Teatro da Trindade, Casa das Histórias-Museu Paula Rego, Artemrede e Fundação Calouste Gulbenkian. Encenou Sagrada Família, de Jacinto Lucas Pires com estreia absoluta em Setembro de 2010, na Culturgest. Amarelo é a sua segunda encenação, participando desta vez como intérprete.
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Críticas e antecipaçõesNão existem críticas.
ComentáriosSinopse 3 aos 5 anos
Todas as sessões estão esgotadas Depois de Rubro, retomamos a trilogia da cor, com uma viagem ao interior do Amarelo. Amarelo-canário, amarelo-gema, amarelo-claro, amarelo-torrado, amarelo-vivo muitos são os adjectivos atribuídos a esta cor. Mas na realidade, existem muitos amarelos ou só um que se transforma, qual camaleão? Às vezes, é amargo como os limões, outras doce como o mel. Como podemos chegar a conhecer esta cor tão versátil e intrigante, que se escapa por entre os dedos como areia quando tentamos agarrá-la? É o convite feito neste espectáculo: tentar conhecer o amarelo com todos os nossos sentidos – como cheira, a que soa, a que sabe, que forma tem e que histórias nos pode contar. Certamente, depois de ver o espectáculo, há-de haver quem continue a preferir o verde ou o rosa, mas é mesmo assim! O que seria do mundo se todos gostássemos só do amarelo? Críticas e antecipaçõesNão existem críticas. PreçoPreçário Duração aprox. 35 min. DescontosComentários | ||