Seis peças biográficasMaria Gil / Raquel Castro / MESA / Rita Natálio / Sofia Dinger / HÁ.QUE.DIZÊ-LO
TEATRO
sexta 25 a terça 29 Março | sexta a sábado 21h30 domingo 16h00
TEATRO TURIM
Apresentado no Teatro Turim - Estrada de Benfica, n.º 723 A (em frente à Igreja de Benfica) 25 e 28 Março 21h30 Procura Por Mim Neste Diário O Resto Não Vale Nada de Maria Gil 26 e 29 Março 21h30 Não entendo e tenho medo de entender, o mundo assusta-me com os seus planetas e baratas de Rita Natálio 27 Março 16h00 Sessão Especial Dia Mundial do Teatro Maratona apresentação das seis peças biográficas Há biografias literárias, autobiografias políticas, biopics sobre celebridades, biografias históricas e até um canal televisivo exclusivamente dedicado à biografia, mas raramente se fala sobre a biografia nas artes do espectáculo. No entanto, a utilização de materiais (auto)biográficos é corrente no teatro e muitos são os criadores que se apropriam do género e o adaptam para o palco. De Dezembro de 2010 a Março de 2011, o Teatro Maria Matos organiza um laboratório de criação para seis projectos de criadores emergentes, culminando na criação de seis peças (auto)biográficas, com duração máxima de 30 minutos. Os participantes são acompanhados pelo criador Rui Catalão ao longo dos seus processos de criação e têm encontros de trabalho e oficinas com Nature Theater of Oklahoma, Nelson Guerreiro, Maria Antónia Oliveira, Xavier Le Roy e Mark Deputter. As seis criações resultantes deste processo partilhado são apresentadas em cinco noites consecutivas no Teatro Turim.
Procura Por Mim Neste Diário O Resto Não Vale Nada sexta 25, domingo 27 e segunda 28 de Março Eunice de Souza nasceu em Goa e actualmente reside em Bombaim onde ensina e escreve. Apesar de ser considerada por alguns como uma das vozes mais originais da poesia indiana é também bastante criticada por escrever em inglês, dizem que a sua poesia não é suficientemente indiana. Maria Gil nasceu em Lisboa num bairro onde as ruas têm nomes de rios e embora nunca tenha vivido em Goa ou na Índia, passou a infância com uma avó goesa entre pratos de caril e vestidos coloridos feitos à medida. Procura Por Mim Neste Diário O Resto Não Vale Nada é uma tentativa de aproximação pessoal ao universo desta poetisa indiana e o resultado do cruzamento de duas narrativas, de duas histórias de vida que giram à volta de uma ideia de Índia e que questionam noções de identidade, multiculturalidade e autenticidade. O que é que faz com que pertençamos a um determinado lugar ou país? Porque é que escolhemos guardar certas memórias e rejeitamos outras? Nesta peça curta há papagaios, há roupa em segunda mão, há máquinas de escrever, há microbiografias e há casas que ficam na praia. Estamos tão longe da Índia, já repararam nisso? direcção de Maria Gil equipa de criadores Maria Gil (interpretação e dramaturgia), Isaac Pereira (fotografia e dramaturgia), Pedro Silva (cenografia), Catarina Varatojo (figurinos) assistência ao projecto Tânia Rodrigo
sexta 25, domingo 27 e segunda 28 de Março Meu amor, que dia interminável, que ao acabar prenuncia já um outro que se avizinha. Tenho que ir dormir, antes que o sol apareça e eu ainda esteja cansado. A cozinha continua cheia de formigas. Se a teoria budista da reencarnação for verdade posso ser acusado de genocídio. Antes de dormir penso, se quando sonhamos que estamos a dormir será que também sonhamos dentro do sonho? Às vezes enquanto tu dormes, movo-me no silêncio dos teus sonhos sussurrando-te amor ao ouvido, sempre à espera da manhã em que a única obrigação seja amar. A Patanisca está melhor e comeu uma tigela inteira de sopa. Quando chegares confirma se não tem cocó. p.s - Há empadão no micro-ondas.
* Título retirado da crónica Ainda Ontem de Miguel Esteves Cardoso, Jornal Público 12/08/2009 criação e interpretação Raquel Castro assistência à dramaturgia Pedro C. Gil música Afonso Lagarto agradecimentos Joana Bértholo, Ana Limpinho, Marta Branquinho, Mariana da Silva apoios Liberdade Provisória
sexta 25, domingo 27 e segunda 28 de Março O nosso começo será aqui. O nosso fim ainda não o podemos saber. criação MESA (Projecto de Investigação Artística) com Andrea Brandão, Ana Eliseu, Gonçalo Alegria e Urândia Aragão apoios Atelier RE.AL e Forum Dança residência artística Atelier RE.AL agradecimentos Tiago Gandra, Carlos Oliveira, David Leitão, João Ferro Martins, Sofia Dinger, Hugo Palma, Rui Aleixo, Laura Lopes, Rui Catalão, Mark Deputter e Xavier Le Roy
sábado 26, domingo 27 e terça 29 de Março Não entendo e tenho medo de entender, o mundo assusta-me com os seus planetas e baratas é um projecto em construção em torno da figura do “retrato falado” e que parte da apropriação e transformação de fontes sonoras, visuais e literárias para a construção de uma série que indaga a própria noção de retrato falado como quadro ou enquadramento do outro. Nesta sequência cada retrato é um capítulo inseparável da história maior de que faz parte. O RETRATO FALADO #5 [Retrato Por confissão] que apresentamos nestes Laboratórios de Criação é o quinto desta série. Neste capítulo Francisca Santos, performer e “impersonificadora” de todos os retratos que constituem a peça total, oferece-nos um monólogo dos bastidores da sua relação com Rita, simultaneamente autora da peça e palavra de código para muitas outras coisas. Este monólogo parte do cruzamento de duas obras incontornáveis da escritora Clarice Lispector - Paixão Segundo G.H e Sopro de vida. um projecto de Rita Natálio interpretação e co-criação Elizabete Francisca dramaturgia Rita Natálio fontes textuais Clarice Lispector, Ervin Gauffman, Gertrude Stein, John Giorno fontes audiovisuais Caetano Veloso, Chantal Ackerman, Lady Gaga, Herz Frank, Marina Abramovic, Suely Rolnik direcção técnica Carlos Ramos figurinos António MV apoio de estúdio RE.AL, O Rumo do Fumo agradecimentos Rui Catalão, Antonia Buresi. Catarina Saraiva, Paloma Calle. Este projecto foi iniciado no âmbito de Línea de Fuga, uma proposta de Catarina Saraiva para o Máster en Práticas Escénicas da Universidad de Alcalá http://lineafuga.wordpress.com
sábado 26, domingo 27 e terça 29 de Março Adoro versos. Césariny escreveu este: “Uma canção para te ouvir chegar.”
340. Super-homem e dois kryptonites wannabe. sábado 26, domingo 27 e terça 29 de Março Desde pequenos que acumulamos. Que procuramos formas de perpetuar momentos, não nos desfazemos de objectos, minúsculas coisas, pormenores das nossas biografias, lixo, inutilidades para outros, coisas às quais continuamos a reconhecer uma funcionalidade, mesmo que apenas a sua impossibilidade de não-significação. Na verdade, temos dificuldade em lidar com o fim, com a ausência. Temos medo de cortar com memórias. E um dia começámos a acumular as memórias dos outros, a arrastá-las, a amontoá-las. Preço Preço único por dia 6€
Biografias
MARIA GIL (Lisboa, 1978) É licenciada em Formação de Actores/Encenadores pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa (2003) e tem um mestrado em Intimidade e Performances Autobiográficas pelo Departamento de Estudos de Teatro, Cinema e Televisão da Universidade de Glasgow (2009). Fundadora e directora artística do Teatro do Silêncio e da Editora Elefante Azul Clarinho.
RAQUEL CASTRO Licenciada em Teatro - formação de actores pela Escola Superior de Teatro e Cinema (2005/2008). Fez o curso pós-laboral de expressão dramática do Chapitô (1999/2004). Em teatro trabalhou com Bruno Schiappa, Ricardo Gageiro, Pedro C.Gil, Gonçalo Amorim, Tiago Rodrigues e Mónica Calle. Em cinema trabalhou com João Mário Grilo e Maria Pinto. É licenciada em Enfermagem, profissão que exerceu na área da Psiquiatria (2004/2007). Foi voluntária no Grupo de Teatro Terapêutico do Hospital Júlio de Matos, sob a direcção de João Silva.(2002/2003). MESA Ana Eliseu Formada em Ciências da Comunicação, Curso Avançado de Artes Plásticas no Ar.Co. Curso de Realização Cinematográfica pela dffb no PGCCA. Realizou, entre outras, as curtas Sobe, adensa, esgarça, desce – com Mathilde Neves, (Indie 2007), Luís e o jardim que ficou para trás (2007) e História do Cinema – com Joana Frazão ( Viennale 2010). Fez workshops de Dança no Cem, entre os quais, o de Physical Theater com António Taglierini (1999) e Action Theater com Sidsel Pape (1999) e participou no workshop/espectáculo Inferno de Mónica Calle (2010). Participou no Pátio, projecto de Thierry Simões na Fábrica da Pólvora,( 2007), Pôr a par, Espaço Avenida (2008). Desenvolve trabalho na área do desenho e do cinema. O seu trabalho explora a ideia de fragmento. Andrea Brandão Desenvolve trabalho na área do desenho, performance, instalação e intervenção artística. Licenciou-se em Design industrial, estudou Artes plásticas no Ar.Co e dança/composição em diversos workshops. Em particular, a bolsa danceWeb Europe no âmbito do Festival Impusltanz e as residências de investigação “Case Study”(atelier Re.al) com João Fiadeiro. Como intérprete participa
Gonçalo Nuno Pinto Basto Alegria Mais recentemente e a longo prazo prevê: Continuar a estudar a interpretação do que vê, desenvolver conhecimentos nas áreas da interacção e Physical Computing, estudo da semiótica, estudo de música aplicada ao sentido e significado, desenhar mais, trabalhar mais imagens em movimento (...) ser menos mas melhor geek. Construir uma família. Isto no espaço dos próximos 10 anos. Participou no Projecto EVA, CPAI+Escolhas onde co-realizou com Raquel André, e montou o filme “Picheleira
Ura Licenciou-se em Design e Tecnologias Gráficas pela ESAD-Caldas da Rainha e concluiu o Mestrado em Desenho de Interfaces Multimedia, na ELISAVA-Barcelona. O seu percurso esteve frequentemente ligado ao design, às artes visuais e à cibercultura, desenvolvendo projectos de vídeo, instalação, direcção de arte e desenho de interfaces. Actualmente a colaborar no Projecto "TKB - A Transmedia Knowledge Base for Contemporary Dance" com uma bolsa de investigação para a criação de sistemas de anotação de vídeo e documentação aplicados ao domínio da dança (2010). Em 2007, iniciou a formação
RITA NATÁLIO Nasci em Lisboa em
SOFIA DINGER Nasci
HÁ.QUE.DIZÊ-LO
Catarina dos Santos. Nasce em 1980. É licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa. Trabalha regularmente com a Companhia de Teatro Casa Conveniente, dirigida pela actriz, encenadora Mónica Calle. Trabalhou também, como produtora executiva com o actor profissional Dinis Machado e com Miguel Moreira no Teatro Útero. Entre 2006 e 2008 trabalhou como produtora e assistente técnica na companhia de teatro profissional Teatro do Vestido, dirigida por Joana Craveiro. Fundou a Associação Cultural Há.Que.Dizê.Lo, onde desenvolve um trabalho como actriz e produtora.
Lydie Bárbara nasceu em França em 1983. Licenciou-se em Audiovisual e Multimédia na Escola Superior de Comunicação Social. Colabora actualmente com a produtora de cinema BlackMaria. A sua formação teatral e performativa começou no 2ºa Circular Tearte com Pedro Górgia, Ricardo Gageiro e Joana Craveiro. Fundou o Há.Que.dizê.Lo e aprofundou conhecimentos com criadores nacionais como Miguel Moreira, Susana Vidal, Mónica Calle, Cláudia Dias e internacionais como a companhia francesa "L'éléphant Vert", ou a brasileira "Centro Teatral Ect e Tal”. Em cinema teve formação
Rodolfo Teixeira nasceu em 1984, de Projectos Artísticos (Alkantara). Patrícia Couveiro nasceu em Lisboa em 1982. Formada em Publicidade e Marketing pela Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa (ESCS), é criativa publicitária na agência de publicidade TBWA Lisboa desde
Tiago Vieira Licenciado em Teatro no ramo de Actor pela Escola Superior de Teatro e Cinema, onde teve a oportunidade de trabalhar com vários professores tais como: Francisco Salgado, Sílvia Real, João Brites, Luca Aprae, Álvaro Correia entre outros. Ao longo dos anos tem realizado vários workshops com profissionais como: Teatro Praga, Cláudia Dias, Miguel Loureiro, Olga Mesa, Vera Mantero, Susana Vidal, Carlota Lagido, Meg Stuart. Membro fundador da companhia Há.Que.Dize.Lo, participou em todos os espectáculos produzidos pela companhia. Há quatro anos que dirige um grupo de Teatro Universitário e desenvolve um trabalho com crianças do Bairro Social da Quinta da Cabrinha. Em 2010 participou no espectáculo Ginjal ou o Sonho das Cerejas com encenação de Mónica Calle.
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Críticas e antecipaçõesNão existem críticas.
ComentáriosSinopse
Apresentado no Teatro Turim - Estrada de Benfica, n.º 723 A (em frente à Igreja de Benfica) 25 e 28 Março 21h30 Procura Por Mim Neste Diário O Resto Não Vale Nada de Maria Gil 26 e 29 Março 21h30 Não entendo e tenho medo de entender, o mundo assusta-me com os seus planetas e baratas de Rita Natálio 27 Março 16h00 Sessão Especial Dia Mundial do Teatro Maratona apresentação das seis peças biográficas Há biografias literárias, autobiografias políticas, biopics sobre celebridades, biografias históricas e até um canal televisivo exclusivamente dedicado à biografia, mas raramente se fala sobre a biografia nas artes do espectáculo. No entanto, a utilização de materiais (auto)biográficos é corrente no teatro e muitos são os criadores que se apropriam do género e o adaptam para o palco. De Dezembro de 2010 a Março de 2011, o Teatro Maria Matos organiza um laboratório de criação para seis projectos de criadores emergentes, culminando na criação de seis peças (auto)biográficas, com duração máxima de 30 minutos. Os participantes são acompanhados pelo criador Rui Catalão ao longo dos seus processos de criação e têm encontros de trabalho e oficinas com Nature Theater of Oklahoma, Nelson Guerreiro, Maria Antónia Oliveira, Xavier Le Roy e Mark Deputter. As seis criações resultantes deste processo partilhado são apresentadas em cinco noites consecutivas no Teatro Turim.
Procura Por Mim Neste Diário O Resto Não Vale Nada sexta 25, domingo 27 e segunda 28 de Março Eunice de Souza nasceu em Goa e actualmente reside em Bombaim onde ensina e escreve. Apesar de ser considerada por alguns como uma das vozes mais originais da poesia indiana é também bastante criticada por escrever em inglês, dizem que a sua poesia não é suficientemente indiana. Maria Gil nasceu em Lisboa num bairro onde as ruas têm nomes de rios e embora nunca tenha vivido em Goa ou na Índia, passou a infância com uma avó goesa entre pratos de caril e vestidos coloridos feitos à medida. Procura Por Mim Neste Diário O Resto Não Vale Nada é uma tentativa de aproximação pessoal ao universo desta poetisa indiana e o resultado do cruzamento de duas narrativas, de duas histórias de vida que giram à volta de uma ideia de Índia e que questionam noções de identidade, multiculturalidade e autenticidade. O que é que faz com que pertençamos a um determinado lugar ou país? Porque é que escolhemos guardar certas memórias e rejeitamos outras? Nesta peça curta há papagaios, há roupa em segunda mão, há máquinas de escrever, há microbiografias e há casas que ficam na praia. Estamos tão longe da Índia, já repararam nisso? direcção de Maria Gil equipa de criadores Maria Gil (interpretação e dramaturgia), Isaac Pereira (fotografia e dramaturgia), Pedro Silva (cenografia), Catarina Varatojo (figurinos) assistência ao projecto Tânia Rodrigo
sexta 25, domingo 27 e segunda 28 de Março Meu amor, que dia interminável, que ao acabar prenuncia já um outro que se avizinha. Tenho que ir dormir, antes que o sol apareça e eu ainda esteja cansado. A cozinha continua cheia de formigas. Se a teoria budista da reencarnação for verdade posso ser acusado de genocídio. Antes de dormir penso, se quando sonhamos que estamos a dormir será que também sonhamos dentro do sonho? Às vezes enquanto tu dormes, movo-me no silêncio dos teus sonhos sussurrando-te amor ao ouvido, sempre à espera da manhã em que a única obrigação seja amar. A Patanisca está melhor e comeu uma tigela inteira de sopa. Quando chegares confirma se não tem cocó. p.s - Há empadão no micro-ondas.
* Título retirado da crónica Ainda Ontem de Miguel Esteves Cardoso, Jornal Público 12/08/2009 criação e interpretação Raquel Castro assistência à dramaturgia Pedro C. Gil música Afonso Lagarto agradecimentos Joana Bértholo, Ana Limpinho, Marta Branquinho, Mariana da Silva apoios Liberdade Provisória
sexta 25, domingo 27 e segunda 28 de Março O nosso começo será aqui. O nosso fim ainda não o podemos saber. criação MESA (Projecto de Investigação Artística) com Andrea Brandão, Ana Eliseu, Gonçalo Alegria e Urândia Aragão apoios Atelier RE.AL e Forum Dança residência artística Atelier RE.AL agradecimentos Tiago Gandra, Carlos Oliveira, David Leitão, João Ferro Martins, Sofia Dinger, Hugo Palma, Rui Aleixo, Laura Lopes, Rui Catalão, Mark Deputter e Xavier Le Roy
sábado 26, domingo 27 e terça 29 de Março Não entendo e tenho medo de entender, o mundo assusta-me com os seus planetas e baratas é um projecto em construção em torno da figura do “retrato falado” e que parte da apropriação e transformação de fontes sonoras, visuais e literárias para a construção de uma série que indaga a própria noção de retrato falado como quadro ou enquadramento do outro. Nesta sequência cada retrato é um capítulo inseparável da história maior de que faz parte. O RETRATO FALADO #5 [Retrato Por confissão] que apresentamos nestes Laboratórios de Criação é o quinto desta série. Neste capítulo Francisca Santos, performer e “impersonificadora” de todos os retratos que constituem a peça total, oferece-nos um monólogo dos bastidores da sua relação com Rita, simultaneamente autora da peça e palavra de código para muitas outras coisas. Este monólogo parte do cruzamento de duas obras incontornáveis da escritora Clarice Lispector - Paixão Segundo G.H e Sopro de vida. um projecto de Rita Natálio interpretação e co-criação Elizabete Francisca dramaturgia Rita Natálio fontes textuais Clarice Lispector, Ervin Gauffman, Gertrude Stein, John Giorno fontes audiovisuais Caetano Veloso, Chantal Ackerman, Lady Gaga, Herz Frank, Marina Abramovic, Suely Rolnik direcção técnica Carlos Ramos figurinos António MV apoio de estúdio RE.AL, O Rumo do Fumo agradecimentos Rui Catalão, Antonia Buresi. Catarina Saraiva, Paloma Calle. Este projecto foi iniciado no âmbito de Línea de Fuga, uma proposta de Catarina Saraiva para o Máster en Práticas Escénicas da Universidad de Alcalá http://lineafuga.wordpress.com
sábado 26, domingo 27 e terça 29 de Março Adoro versos. Césariny escreveu este: “Uma canção para te ouvir chegar.”
340. Super-homem e dois kryptonites wannabe. sábado 26, domingo 27 e terça 29 de Março Desde pequenos que acumulamos. Que procuramos formas de perpetuar momentos, não nos desfazemos de objectos, minúsculas coisas, pormenores das nossas biografias, lixo, inutilidades para outros, coisas às quais continuamos a reconhecer uma funcionalidade, mesmo que apenas a sua impossibilidade de não-significação. Na verdade, temos dificuldade em lidar com o fim, com a ausência. Temos medo de cortar com memórias. E um dia começámos a acumular as memórias dos outros, a arrastá-las, a amontoá-las. Críticas e antecipaçõesNão existem críticas. PreçoPreço Preço único por dia 6€ DescontosComentários | ||