Maria Matos Teatro Municipal
 


Vimeo
 

Torn de nit: serenata per a orquestra mecànica

CaboSanRoque
TEATRO
sexta 20 e sábado 21 Maio 21h30

“Cheira a baunilha no auditório. Um ecrã revela imagens de bolachas no tapete transportador, caindo para serem empacotadas, enquanto um operário recorda a música que a máquina fazia e como qualquer alteração nesta música, na melodia ou no ritmo o alertava para problemas mecânicos. Quatro músicos, operários de som, tocam de novo esta máquina. Um espectáculo fantástico.”

Luis Hidalgo, El País

CaboSanRoque reaproveitou grande parte do equipamento de uma fábrica de bolachas abandonada para construir uma orquestra mecânica completa, com secções de sopros, cordas e percussão. Os pistões, electroválvulas, roldanas, motores e tapetes transportadores que passaram os últimos 25 anos a produzir bolachas, são recombinados para construírem uma nova fábrica, agora destinada à produção de música. A renovada fábrica apresenta uma coreografia mecânica de pistões que fazem dançar o acordeão ao ritmo do Cha Cha Cha, de electroválvulas que fazem soar as trompetas de Jericó, e alguns barcos que cospem nuvens de farinha, anunciando a sua partida. A própria maquinaria com os seus movimentos mecânicos transporta-nos até aos momentos de fuga mental que assediavam os operários, enquanto passavam horas, dias, anos, repetindo os mesmos gestos diante de uma fila de bolachas na linha de produção. Graças aos esforços do sindicato conseguiu-se uma pausa para uma sandes.

composição musical CaboSanRoque concepção e realização da orquestra mecânica CaboSanRoque interpretação Roger Aixut, Alberto Mezquíriz, Josep Seguí e Laia Torrents cenografia, guarda-roupa e caracterização CaboSanRoque filmagem das imagens do espectáculo CaboSanRoque e Shankara Films iluminação Juanjo Surribas espaço sonoro  Guiu Llusà construção da orquestra mecânica e produção CaboSanRoque co-produção  Temporada Alta 2009 — Festival de Tardor de Catalunya-Interreg IV e Centro Párraga com a colaboração do Institut Català d'Industries Culturals e Institut Ramon Llull

 

 

Preçário

12€ / Com desconto 6€

Em catalão e castelhano com legendagem

Duração 75 min

Biografias

É uma pequena - grande orquestra com mais de 50 instrumentos, muitos deles fabricados pelos próprios, feitos a partir de objectos encontrados na rua que convivem com instrumentos de brincar e outros convencionais.
CaboSanRoque nasceu em 2001, inspirado no nome de um velho transatlântico, como um grupo de música dedicado à experimentação mais lúdica e evocativa, a partir de instrumentos inventados através da reciclagem de objectos quotidianos, tão diferentes como máquinas de costura, máquinas de lavar, pistas de carrinhos, agrafadores ou velhas peças de mobiliário.
Nos últimos tempos, o trabalho do grupo evoluiu em torno das capacidades expressivas musicais e cénicas de instrumentos mecânicos automáticos e respectiva interacção com intérpretes humanos. Dessa vontade de experimentação e construção de máquinas musicais, surgiram os espectáculos “Torn de nit”, “La Caixeta” e “Música a Màquina”, para além da instalação sonora “Pas de loup”.
A trajectória do grupo não se assemelha em nada a uma linha recta e, de facto, cada vez há mais desdobramentos e linhas bífidas, que coabitam, igualmente, com duplas e, inclusive, triplas personalidades. Estes desdobramentos possibilitaram que CaboSanRoque se mova como um peixe na água no meio musical, que tenha sido convidado para festivais de teatro, de marionetas, de robótica, entre outros… e que até se tenha atrevido a musicar contos, programas de televisão, e a compor a banda sonora em directo de peças de teatro de elevada complexidade.
Em síntese, definir CaboSanRoque… ninguém sabe (e quem se atreve é audacioso!), mas o certo é que suscitam o interesse em quase todas as áreas de criação, não se impondo limites.

Fotos

Multimedia

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Comentários

Sinopse

“Cheira a baunilha no auditório. Um ecrã revela imagens de bolachas no tapete transportador, caindo para serem empacotadas, enquanto um operário recorda a música que a máquina fazia e como qualquer alteração nesta música, na melodia ou no ritmo o alertava para problemas mecânicos. Quatro músicos, operários de som, tocam de novo esta máquina. Um espectáculo fantástico.”

Luis Hidalgo, El País

CaboSanRoque reaproveitou grande parte do equipamento de uma fábrica de bolachas abandonada para construir uma orquestra mecânica completa, com secções de sopros, cordas e percussão. Os pistões, electroválvulas, roldanas, motores e tapetes transportadores que passaram os últimos 25 anos a produzir bolachas, são recombinados para construírem uma nova fábrica, agora destinada à produção de música. A renovada fábrica apresenta uma coreografia mecânica de pistões que fazem dançar o acordeão ao ritmo do Cha Cha Cha, de electroválvulas que fazem soar as trompetas de Jericó, e alguns barcos que cospem nuvens de farinha, anunciando a sua partida. A própria maquinaria com os seus movimentos mecânicos transporta-nos até aos momentos de fuga mental que assediavam os operários, enquanto passavam horas, dias, anos, repetindo os mesmos gestos diante de uma fila de bolachas na linha de produção. Graças aos esforços do sindicato conseguiu-se uma pausa para uma sandes.

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Preço

 

Preçário

12€ / Com desconto 6€

Em catalão e castelhano com legendagem

Duração 75 min

Descontos

Comentários

s t q q s s d
  1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31