Maria Matos Teatro Municipal
 


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Israel

Teatro Praga
Sala Principal com bancada | M/12
TEATRO
quinta 22 a terça 27 setembro | segunda a sábado 21h30 domingo 18h00

 

segunda 26 setembro 18h30
palestra-performance com Pedro Penim, Catarina Campino e Mich’ael Zupraner


O amor é, sempre, uma página escrita em hebraico.

Provérbio Popular Português

Começo com algumas negações: não sou judeu nem tenho qualquer intenção em me converter. Não sou um cristão sionista nem tenho qualquer afiliação religiosa além da minha educação na tradição católica portuguesa. Nasci em Lisboa e, como muitos portugueses, cresci com um desconhecimento global sobre os judeus e o judaísmo. Até sair da universidade não me lembro de ter conhecido ninguém que se identificasse como judeu. Até ao dia de hoje, sempre votei na esquerda. Não tenho qualquer interesse familiar, amoroso, económico, político que me possa beneficiar pelo fato de defender e gostar de Israel. Este projeto é um objeto artístico: não é propaganda, não é pedagógico, não é documental.

Este primeiro parágrafo serve para clarificar algumas coisas, porque não é preciso muito para que o debate sobre este país comece a ser pessoal. Sobretudo por causa da paixão que desperta, e este debate não tem interesse nenhum se não for apaixonado. E por isso decidi escrever uma carta de amor a Israel ou, melhor dizendo, um espetáculo de amor. Uma declaração de amor a um suposto monstro.

 

um espetáculo Teatro Praga conceção e interpretação Pedro Zegre Penim com a colaboração de Catarina Campino luz Daniel Worm d'Assumpção produção Cristina Correia coprodução Maria Matos Teatro Municipal Teatro Praga é uma estrutura financiada pela Secretaria de Estado da Cultura/DGArtes

 

Preçário

12€ / Com desconto 6€

 

Em português e inglês

Ao contrário do que foi anunciado anteriormente, este espectáculo não terá legendagem. Pedimos desde já as nossas desculpas por quaisquer incómodos causados.

 

Duração 60 min

Biografias


Fotos

Multimedia

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Comentários

Sinopse

 

segunda 26 setembro 18h30
palestra-performance com Pedro Penim, Catarina Campino e Mich’ael Zupraner


O amor é, sempre, uma página escrita em hebraico.

Provérbio Popular Português

Começo com algumas negações: não sou judeu nem tenho qualquer intenção em me converter. Não sou um cristão sionista nem tenho qualquer afiliação religiosa além da minha educação na tradição católica portuguesa. Nasci em Lisboa e, como muitos portugueses, cresci com um desconhecimento global sobre os judeus e o judaísmo. Até sair da universidade não me lembro de ter conhecido ninguém que se identificasse como judeu. Até ao dia de hoje, sempre votei na esquerda. Não tenho qualquer interesse familiar, amoroso, económico, político que me possa beneficiar pelo fato de defender e gostar de Israel. Este projeto é um objeto artístico: não é propaganda, não é pedagógico, não é documental.

Este primeiro parágrafo serve para clarificar algumas coisas, porque não é preciso muito para que o debate sobre este país comece a ser pessoal. Sobretudo por causa da paixão que desperta, e este debate não tem interesse nenhum se não for apaixonado. E por isso decidi escrever uma carta de amor a Israel ou, melhor dizendo, um espetáculo de amor. Uma declaração de amor a um suposto monstro.

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Preço

 

Preçário

12€ / Com desconto 6€

 

Em português e inglês

Ao contrário do que foi anunciado anteriormente, este espectáculo não terá legendagem. Pedimos desde já as nossas desculpas por quaisquer incómodos causados.

 

Duração 60 min

Descontos

Comentários

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