Maria Matos Teatro Municipal
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A Africana

Cão Solteiro & Vasco Araújo
Sala Principal
TEATRO
quartas 5, 12 sextas 7, 14 e domingos 9, 16 dezembro 2012 | quarta e sexta 21h30 domingo 18h00


“A: Cheguei ao país maravilhoso. Ao desconhecido. Não estou em mim. Estou do outro lado. Sou a invenção do mundo. Sou um Grande Ó. Regressei ao paraíso. O tempo é redondo como a terra. O princípio é igual ao fim. Sou Adão e Eva e descobri o que já foi descoberto. Sou a globalização. Sou a heterogeneidade. E a imortalidade. Olho em volta e é tudo tão… é tudo tão… é tão… é tão… é tão… diferente, exato, é essa a palavra: diferente.“

Neste espetáculo, tomam-se a música de L’Africaine de Meyerbeer e o libreto de Scribe, onde Vasco da Gama, navegador e descobridor, ambiciona um “país maravilhoso”. Partimos desta vontade para passar pelo inesgotável discurso da alteridade e do estrangeiro, pretextos para uma rescrita a pensar nas possibilidades de tais palavras nos tempos de hoje. Prossegue-se desta forma uma linha de trabalho que se centra no cruzamento da linguagem teatral com a linguagem musical e o canto.

A Africana é o segundo projeto da companhia de teatro Cão Solteiro em parceria com o artista plástico Vasco Araújo. Estrearam no Teatro Maria Matos, em 2010, A Portugueza, uma masterclass de canto tendo como objeto de análise o Hino Nacional.

autoria do projeto Cão Solteiro & Vasco Araújo texto original a partir do libreto José Maria Vieira Mendes adaptação, musica original e direção Nicholas McNair figurinos Mariana Sá Nogueira luz Daniel Worm cabelos e maquilhagem Sano de Perpessac costura atelier Teresa Louro, Maria José Baptista, Palmira Abranches atelier Alda Cabrita assistentes de figurinos Catarina Soares, Miguel Morazzo, Ricardo Santanna produção e fotografia Joana Dilão atores Bernardo Rocha, Luís Magalhães, Noëlle Georg, Patrícia da Silva, Paula Sá Nogueira, Paulo Lages solistas Marina Pacheco, Sónia Alcobaça, Vasco Araújo Coro Gulbenkian Afonso Moreira, Ana Urbano, Anna Kássia, Bruno Almeida, Fátima Nunes, Jaime Bacharel, Laura Lopes, Luís Pereira, Mariana Russo, Nuno Fidalgo, Pedro Cachado, Rita Marques, Rita Tavares, Rui Aleixo, Tiago Oliveira, Verónica Silva preparação do coroClara Coelho ensemble do estúdio de ópera da ESMLCatarina Távora ― violoncelo, João Carvalheiro ― clarinete, Tatiana Rosa ― flauta agradecimentos André e. Teodósio, André Godinho, António Gouveia, Benjamim Araújo, Celeste Patarra, Culturgest, João Brandão, Jochen Pasternacki, Lúcia Lemos, Maria Ana Bernauer, Maria do Céu Araújo, Miguel Vale de Almeida, Nuno Lopes, Paulo Carcavelos agradecimento muito especial Sónia Baptista coprodução Teatro Cão Solteiro, Maria Matos Teatro Municipal e Fundação Calouste Gulbenkian apoios Avene Eau Thermale, Pláscart, Nestlé Waters, Only Battery, ESML, Motiqueijo Sapataria Seaside e Sapataria Brunu’s

Cão Solteiro é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura / DGArtes

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Preço

15€


Descontos
50% <30 anos e >65 anos
30% Profissionais do espetáculo e grupos de 10 ou mais pessoas (com reserva e levantamento antecipado)

Biografias

Cão Solteiro é uma casa que habita o lugar interior de uma loja e várias cabeças. Há doze anos que é um lugar de permanência e retorno onde respiram algumas pessoas.
Nesta casa fabricam-se ideias, futuros, objectos bonitos, objectos feios, frases, figuras, situações, outras casas imaginadas, segredos públicos, mapas pessoais, espelhos, lentes, lápis, linhas com que nos cosemos, nós cegos, saídas de emergência, dívidas, problemas.
Cão solteiro é essencial na sua absoluta inutilidade pública.
We Are Not Amused.
E no entanto sorrimos perante a possibilidade de falhar para poder continuar.
Cão Solteiro é um casaco que se veste e com que se atravessa o inverno.

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Críticas e antecipações

Não existem críticas.

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Sinopse


“A: Cheguei ao país maravilhoso. Ao desconhecido. Não estou em mim. Estou do outro lado. Sou a invenção do mundo. Sou um Grande Ó. Regressei ao paraíso. O tempo é redondo como a terra. O princípio é igual ao fim. Sou Adão e Eva e descobri o que já foi descoberto. Sou a globalização. Sou a heterogeneidade. E a imortalidade. Olho em volta e é tudo tão… é tudo tão… é tão… é tão… é tão… diferente, exato, é essa a palavra: diferente.“

Neste espetáculo, tomam-se a música de L’Africaine de Meyerbeer e o libreto de Scribe, onde Vasco da Gama, navegador e descobridor, ambiciona um “país maravilhoso”. Partimos desta vontade para passar pelo inesgotável discurso da alteridade e do estrangeiro, pretextos para uma rescrita a pensar nas possibilidades de tais palavras nos tempos de hoje. Prossegue-se desta forma uma linha de trabalho que se centra no cruzamento da linguagem teatral com a linguagem musical e o canto.

A Africana é o segundo projeto da companhia de teatro Cão Solteiro em parceria com o artista plástico Vasco Araújo. Estrearam no Teatro Maria Matos, em 2010, A Portugueza, uma masterclass de canto tendo como objeto de análise o Hino Nacional.

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Preço

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15€


Descontos
50% <30 anos e >65 anos
30% Profissionais do espetáculo e grupos de 10 ou mais pessoas (com reserva e levantamento antecipado)

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