Maria Matos Teatro Municipal
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Mateluna

GUILLERMO CALDERÓN
Sala principal com bancada
TEATRO
15 a 17 fevereiro 2017 → quarta a sexta: 21h30

O dramaturgo e encenador chileno Guillermo Calderón é uma das vozes mais singulares e influentes do teatro latino-americano. Não é um desconhecido em Lisboa, tendo já apresentado as peças Villa, Discurso e Escuela, no âmbito do festival Próximo Futuro. 
Para a criação de Escuela (2013), Calderón entrevistou antigos membros da resistência à ditadura chilena. Um deles, Jorge Mateluna, contou como o seu grupo foi detido num assalto a um banco em 1990, tendo sido condenado a uma pena de prisão de 14 anos. Depois da estreia de Escuela, Jorge foi detido por outro assalto armado. Na mesma prisão, cumpre agora uma pena de 17 anos. Nega a sua participação neste assalto e existem realmente indícios de que o prenderam com base em provas falsas. Um motivo possível é o facto de, durante o roubo de 1990, um polícia ter morrido. Mateluna é sobre a ética da violência política e sobre os conceitos da verdade e de inspiração artística. A sua história aborda a relação entre a realidade exposta em Escuela e a violência política do presente, tocando nos sentimentos profundos de culpa e justiça herdados da ditadura de Pinochet. 


Ficha artística

dramaturgia e encenação: Guillermo Calderon
assistência de direção: Ximena Sánchez 
interpretação: Camila González Brito, Andrea Giadach Cristensen, María Paz González Durney, Luis Cerda Esparza, Carlos Ugarte Díaz, Francisca Lewin Castellano
direção técnica e cenários: Loreto Martínez Labarca
adereços: Carlos Fragoso
produção: Fundación teatro a mil (FITAM)
coprodução: HAU Hebbel am Ufer, Fundación teatro a mil (FITAM), Maria Matos Teatro Municipal
apoio:


Uma coprodução da rede House on Fire, com o apoio do Programa Cultura da União Europeia

Passado e Presente - Um programa Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017


Preçário

7€ a 14 • em espanhol com legendagem • duração: 1h20  M/14


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Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Comentários

Sinopse

O dramaturgo e encenador chileno Guillermo Calderón é uma das vozes mais singulares e influentes do teatro latino-americano. Não é um desconhecido em Lisboa, tendo já apresentado as peças Villa, Discurso e Escuela, no âmbito do festival Próximo Futuro. 
Para a criação de Escuela (2013), Calderón entrevistou antigos membros da resistência à ditadura chilena. Um deles, Jorge Mateluna, contou como o seu grupo foi detido num assalto a um banco em 1990, tendo sido condenado a uma pena de prisão de 14 anos. Depois da estreia de Escuela, Jorge foi detido por outro assalto armado. Na mesma prisão, cumpre agora uma pena de 17 anos. Nega a sua participação neste assalto e existem realmente indícios de que o prenderam com base em provas falsas. Um motivo possível é o facto de, durante o roubo de 1990, um polícia ter morrido. Mateluna é sobre a ética da violência política e sobre os conceitos da verdade e de inspiração artística. A sua história aborda a relação entre a realidade exposta em Escuela e a violência política do presente, tocando nos sentimentos profundos de culpa e justiça herdados da ditadura de Pinochet. 

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Preço

Preçário

7€ a 14 • em espanhol com legendagem • duração: 1h20  M/14


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