Maria Matos Teatro Municipal
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Sul

TEATRO NIÑO PROLETARIO E ALUNOS FINALISTAS DA ESTC
Sala Principal com bancada
TEATRO
5 a 9 julho 2017 → quarta a sábado: 21h30 domingo: 18h30

Todos os anos, o Teatro Maria Matos associa-se à Escola Superior de Teatro e Cinema para a produção e apresentação de um dos espetáculos dos finalistas da Licenciatura em Teatro, convidando para o efeito um criador estrangeiro. No contexto do programa Passado e Presente ― Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017, convidámos a companhia Teatro Niño Proletario, do Chile, a acompanhar e dirigir a encenação de uma obra a construir pelos estudantes. Constituída em 2005 como um núcleo de investigação e criação artística, a companhia centra-se na busca de fraturas sociais que revelam a identidade de quem é posto à margem.

Sul é uma criação coletiva pensada como exercício de múltiplas possibilidades. Partir do corpo, como portador de pegadas sociais, de uma escrita, de uma memória e de uma verdade, é uma provocação para abandonar certezas e ir em busca do desconhecido. Daremos espaço à bifurcação do olhar, para que apareçam os corpos que não se devem ver, o que não devemos ou podemos dizer. Tudo o que ameaça a estabilidade de nossos povos vem do Sul: o cheiro da pobreza, o idioma detestado, a cor da pele que tememos.… Sul é uma metáfora do que é desprezível. É um convite à pergunta: onde estamos e até que ponto estamos onde estamos? Quais são as nossas convicções e qual é o nosso “sul”? 

(sujeita à lotação) mediante levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 15h • M/16


criação coletiva de: Luis Guenel, Francisco Medina, Catalina Devia, do Teatro Niño Proletario e os alunos da ESTC, Alida Molina Sebastián, Beatriz Sofia Mbula, Ivo Luz Silva, Bernardo de Lacerda, Marta Taveira, Rita Delgado, Susana Brandão, Sílvia Braga, João Estima, Inês Garrido, Sara Inês Gigante, Isadora Alves, Neus Marí Rodriguez
design de cena: Beatriz Sousa, Adriana Costa
produção executiva: André Ferreira, Filipe Abreu
coordenação de interpretação: Maria João Vicente
coordenação de cenografia e figurinos: João Calixto, José Espada, Mariana Sá Nogueira e Marta Cordeiro
coordenação de produção executiva: Andreia Carneiro
coordenação de desenho de luz: Catalina Devia
preparação vocal: Maria Repas Gonçalves
gabinete de produção ESTC: Conceição Alves Costa e Rute Reis
coprodução: Teatro Niño Proletario, Escola Superior de Teatro e Cinema e Maria Matos Teatro Municipal

apoio

                       


Apresentado no âmbito da rede Create to Connect com o apoio do Programa Cultura da União Europeia 



Passado e Presente - Um programa Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017



Biografias

Design de Cena

Beatriz Sousa (Lisboa, 1996) frequenta o 3.°ano da licenciatura em Design de Cena da Escola Superior de Teatro e Cinema. Fez voluntariado no guarda-roupa do Teatro Nacional São Carlos e frequentou um curso de artes plásticas para crianças.

 

Adriana Costa ​(Lisboa, 1994) designer de cena, frequenta o 3.º ano da Escola Superior de Teatro e Cinema. Participou no filme Mar, de William Victoria, como diretora de arte.

 

Produção

Filipe Abreu (Lisboa 1993) iniciou a sua formação como Ator em 2007. Tem o curso de interpretação da Escola Profissional de Teatro de Cascais (2012) e é finalista do curso de Produção de Teatro da Escola Superior de Teatro e Cinema. Do seu currículo destaca-se o trabalho de intérprete com os encenadores Carlos Avilez, Pedro Caeiro, Teresa Côrte-Real e Bruno Bravo, e com os realizadores João Pedro Rodrigues, a dupla André Santos e Marco Leão e Miguel Clara Vasconcelos. Dirige a associação cultural [In]quietArte.

 

André Ferreira (Lisboa, 1994) é finalista do Curso de Teatro, Ramo de Produção, da Escola Superior de Teatro e Cinema. Estagiou como assistente de encenação de Bruno Bravo na companhia Primeiros Sintomas.

 

Interpretação

Sílvia Braga (Braga, 1995) iniciou a sua formação na Escola Profissional de Teatro de Cascais (2010-2013). Participou profissionalmente em espetáculos como As Bruxas de Salem, Woyzeck e Marat/Sade todos encenados por Carlos Avilez. Atualmente frequenta o 3.º ano da licenciatura em Teatro da Escola Superior de Teatro e Cinema.

Marta Taveira (Porto, 1996) iniciou a sua formação no Curso Profissional de interpretação do Colégio Rainha D. Leonor (2011-2014). Frequenta o 3.º ano da Escola Superior de Teatro e Cinema. Estagiou no Teatro da Rainha (2014), com orientação de Fernando Mora Ramos. Integra o grupo Teatro de Boca, dirigido por Tânia Leonardo. Participou no espetáculo Menos Emergências (2016) da companhia Teatro do Elétrico, com encenação de Ricardo Neves Neves.

Isadora Alves Nunes (Lisboa, 1996) integrou espetáculos de Maria Duarte, Gonçalo Ferreira de Almeida e João Rodrigues, de Tiago Mateus e de Tiago Vieira. Na sua formação académica, destaca-se pela importância e caráter transformador do encontro com o trabalho de Maria Duarte, Sara Vaz, Teatro O Bando, La Ribot e todos os colegas de todas as turmas que integrou.

Ivo Luz
(Porto, 1989) formado em Interpretação pela Academia Contemporânea do Espetáculo em 2009. Desde o final da sua formação fundou a companhia Porta 27 na qual, além de criações próprias, trabalhou com encenadores como Ricardo Alves, Inês Lua, Daniel Pinto, entre outros. Trabalhou com Rogério de Carvalho nos espetáculos Avarento e Doente Imaginário. Edipo pelo ACE/Teatro do Bilhão, dirigido por Kuniaki Ida. Felizmente há luar, pelo TEP, dirigido por Cláudio da Silva. Alice pelo Teatro da Garagem, dirigido por Carlos Pessoa. No Teatro Maria Matos, participou no espetáculo Walking:holding de Rosana Cade e em Gala, uma criação de Jérôme Bel.

 
Neus Marí Rodríguez (Maiorca, Espanha, 1993) iniciou a sua formação na Escola Superior de Arte Dramática das Ilhas Baleares e na Universidade das Ilhas Baleares. Participou em espetáculos pirotécnicos de Kinfumfa Dimonis e protagonizou a curta-metragem Riendas de una vida. É poeta e narradora dos seus próprios contos.

Alida Molina (Valência, Espanha, 1995) formada em Interpretação pela Escola Superior de Arte Dramática em Valência. Desenvolve a sua arte em diversos campos como música, dança contemporânea e videoarte. Neste momento está a criar a sua companhia artística LaSimultánea.

Beatriz Sofía Mbula (Valência, Espanha, 1988) iniciou a sua formação na Universidade Carlos III em Madrid, onde participou em espetáculos de Abel González Melo, Frederico García (Bodas de Sangre) e Paloma Zagala (Mujeres Sabias). É finalista do curso de Interpretação Gestual na Real Escola Superior de Arte Dramática (Madrid).

Bernardo de Lacerda (Funchal, 1991) licenciado pela Faculdade de Letras em Estudos Artísticos ― Artes do Espetáculo (2010-2013), trabalhou com companhias como Kassys e Encyclopédie de la parole, integrando no espetáculo SUITE Nº1 'ABC'. Em cinema, já trabalhou com Marie Losier. Como produtor tem trabalhado com o Teatro Praga.
 
Susana Brandão (Viana do Castelo, 1994) iniciou a sua formação no Porto, na Academia Contemporânea do Espetáculo, tendo terminado esse seu percurso no ano 2013 com a Prova de Aptidão Profissional encenado por Rodrigo Santos (texto original). Atualmente, frequenta o terceiro ano da licenciatura na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa.
 
Inês Garrido (Braga, 1992) formou-se profissionalmente enquanto atriz na Academia Contemporânea do Espetáculo (Porto, 2010 - 2013) e na Escola Superior de Teatro e Cinema (Lisboa, 2014 - presente). Entre 2013 e 2014 colaborou com as companhias Teatro Art'Imagem, TEatroensaio e Companhia da Bruma. Integra atualmente o Colectivo Caos.
 
Rita Rodrigues
(Lisboa, 1992) iniciou a sua formação académica na Universidade de Évora em 2010, onde concluiu o primeiro ano da licenciatura em teatro. Em 2014, terminou o curso profissional de formação de atores da ACT com a peça Bodas de Sangue, de Garcia Lorca, encenada por António Pires, no Teatro do Bairro. No mesmo ano, estreou no Teatro Rápido a peça Reunião da Sala 3, um projeto independente desenvolvido em conjunto com colegas de curso. Atualmente frequenta o 3.º ano da licenciatura em Teatro - Ramo atores da ESTC.
 
João Estima (Viseu, 1993) ator. Formado na Academia Contemporânea do Espetáculo, frequenta atualmente a ESTC. Trabalhou com André Guedes, António Júlio, Esperanza Lopez, Jorge Silva Melo, Miguel Loureiro, Oscar Gómez Mata, Ricardo Alves e Victor Hugo Pontes.
 
Sara Inês Gigante (Viana do Castelo, 1994) terminou o curso de interpretação na Academia Contemporânea do Espetáculo, no Porto, em 2014. Participou em Ursos à Força, a partir de peças curtas de Anton Tchekhov, encenação de Pedro Frias. Em 2015, participou numa criação coletiva com o texto Peça Romântica para um Teatro Fechado de Tiago Rodrigues. Em 2016, integrou um ciclo de leituras em torno de Mário Cesariny com Os Pato Bravo. Atualmente está a terminar o curso de atores na Escola Superior de Teatro e Cinema.

Fotos

Vídeo



Críticas e antecipações

Não existem críticas.

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Sinopse

Todos os anos, o Teatro Maria Matos associa-se à Escola Superior de Teatro e Cinema para a produção e apresentação de um dos espetáculos dos finalistas da Licenciatura em Teatro, convidando para o efeito um criador estrangeiro. No contexto do programa Passado e Presente ― Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017, convidámos a companhia Teatro Niño Proletario, do Chile, a acompanhar e dirigir a encenação de uma obra a construir pelos estudantes. Constituída em 2005 como um núcleo de investigação e criação artística, a companhia centra-se na busca de fraturas sociais que revelam a identidade de quem é posto à margem.

Sul é uma criação coletiva pensada como exercício de múltiplas possibilidades. Partir do corpo, como portador de pegadas sociais, de uma escrita, de uma memória e de uma verdade, é uma provocação para abandonar certezas e ir em busca do desconhecido. Daremos espaço à bifurcação do olhar, para que apareçam os corpos que não se devem ver, o que não devemos ou podemos dizer. Tudo o que ameaça a estabilidade de nossos povos vem do Sul: o cheiro da pobreza, o idioma detestado, a cor da pele que tememos.… Sul é uma metáfora do que é desprezível. É um convite à pergunta: onde estamos e até que ponto estamos onde estamos? Quais são as nossas convicções e qual é o nosso “sul”? 

(sujeita à lotação) mediante levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 15h • M/16


Críticas e antecipações

Não existem críticas.

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