Maria Matos Teatro Municipal
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Um Elefante na Sala (filme) + Arte e Participação (debate)

Sala principal com bancada
TEATRO
19 março 2017 → domingo: 16h

HELENA INVERNO E VERÓNICA CASTRO
filme Um Elefante na Sala

ANA BORRALHO, JOÃO GALANTE e ROBERTO FRATINI
debate sobre arte e participação

filme → 16h

Gatilho da Felicidade → 18h30

debate → 20h15

Habitantes de Lisboa e de Helsínquia revelam o poder da arte para a transformação pessoal e social. Em 2011, o Ministério da Cultura português foi desmantelado pela segunda vez, coincidindo com a estreia nacional de ATLAS, uma performance de Ana Borralho & João Galante inspirada na filosofia do artista Joseph Beuys que afirma “Nós somos a revolução” e “Todos somos artistas”.
Esta performance mistura o pessoal, o político, o profissional e o artístico, convidando 100 lisboetas de diferentes profissões a subirem ao palco para desempenharem uma coreografia de resistência. A performance ATLAS foi catapultada para os palcos internacionais onde, inevitavelmente,  os participantes de cada país acrescentam as suas nuances culturais a esta escultura social. 
Depois da projeção do filme, e da performance Gatilho da Felicidade, segue-se um debate sobre o impacto social e político de propostas artísticas que chamam para os palcos pessoas estranhas à criação artística.


Ficha artística

Um Elefante na Sala (77’’/doc/PT/2016)

realização: Helena Inverno & Verónica Castro
performers: 100 participantes de Lisboa e 100 participantes de Helsínquia 
participação extra: Paavo Arhinmäki, Ministro da Cultura da Finlândia
vozes das crianças: Pedro e Marta Guerreiro dos Santos
desenho do elefante: Chiu-Ki Chan at Square Island
música: Coolgate 
entrevistas e som: Verónica Castro 
imagem e montagem: Helena Inverno 
desenho de som: Tiago Matos
assistência de realização: Pia Parjanen-Aaltonen
raduções: Ana Sophie Slazar e Eeva Tuuhea
direção de produção: Mónica Samões
produção executiva: Andrea Sozzi
coordenação de elenco em Atlas LX: Narcisa Costa
coordenação de elenco em Atlas HSK: Jenni Sainio 
produção: casaBranca
coprodução Atlas LX: Maria Matos Teatro Municipal
coprodução Atlas HSK: Zodiak -  Center for New Dance
financiamento: República Portuguesa|Cultura/Direção-Geral das Artes
apoio: Entre Imagem, Alkantara, Câmara Municipal de Lagos, Junta de Freguesia da Estrela
agradecimentos: Mark Deputter, Harri Kuorelahti, Rossana Torres, Jenni Sainio, Gabriela Salazar, Rita Guerreiro, Iittala e Posti Group 



Apresentação no âmbito da rede House on Fire, com o apoio do Programa Cultura da União Europeia

(sujeita à lotação) mediante levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 15h • duração: 77 min (filme) + 60 min (debate em inglês) • M/12

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Biografias

Ana Borralho & João Galante (Portugal) Conheceram-se enquanto estudavam artes plásticas no AR.CO (Lisboa). Como atores/cocriadores trabalharam com o grupo de teatro OLHO entre 1992 e 2002. Desde 2002 trabalham em parceria nos campos da performance-arte, dança, instalação, fotografia, som e vídeo. Das peças criadas em conjunto destacam: Mistermissmissmister (2002), sexyMF (2006), Untitled, Still Life (2009), World of Interiors (2010), Atlas (2011), Linha do Horizonte (2012) e Só há uma vida... (2015). Os seus trabalhos são apresentados em diversos Festivais Internacionais em Portugal, França, Espanha, Suíça, Brasil, Alemanha, Áustria, Reino Unido, Itália, Eslovénia, Eslováquia, Islândia, Finlândia, Hungria, Estónia, Polónia, Grécia, entre outros. São cofundadores da associação cultural casaBranca e diretores artísticos do festival de artes performativas Verão Azul.

Helena Inverno e Verónica Castro (Portugal) são uma dupla de cineastas premiadas com obras apresentadas em festivais, galerias, museus internacionais e na televisão portuguesa, nas quais exploram as relações e as tensões entre arte e antropologia. Inverno estudou Filme e Vídeo Arte na University of Arts London, na Central Saint Martins College. Castro é doutoranda em Antropologia, Media e Performance na University of Manchester.

Roberto Fratini Serafide (Itália) é dramaturgo e teórico em Dança Contemporânea. Professor de História e Teoria da Dança no Conservatori Superior de Dansa (Institut del Teatre), em Barcelona. Colabora com várias companhias internacionais (Caterina Sagna Dance Company, Roger Bernat FFF, Cie. Philippe Saire, Marcos Morau La Veronal, Sol Picó, Inesperada Germana Civera e Patricia Apergi Aerites, Rafaele Giovannola Cocoon Dance, entre outros) e as suas obras obtiveram o Prix de la Société des Auteurs, o Grand Prix de l'Association des Critiques de Danse e o Premi Ciutat de Barcelona. Recebeu o prémio FAD Sebastià Gasch (2013) para o conjunto da sua atividade intelectual e criativa. É autor de vários ensaios e artigos em teoria da dança e dramaturgia em espanhol, italiano, francês e inglês. Em 2012 publicou o livro "A Contracuento. La danza y las derivas del narrar". 

Fotos

Vídeo

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Comentários

Sinopse

HELENA INVERNO E VERÓNICA CASTRO
filme Um Elefante na Sala

ANA BORRALHO, JOÃO GALANTE e ROBERTO FRATINI
debate sobre arte e participação

filme → 16h

Gatilho da Felicidade → 18h30

debate → 20h15

Habitantes de Lisboa e de Helsínquia revelam o poder da arte para a transformação pessoal e social. Em 2011, o Ministério da Cultura português foi desmantelado pela segunda vez, coincidindo com a estreia nacional de ATLAS, uma performance de Ana Borralho & João Galante inspirada na filosofia do artista Joseph Beuys que afirma “Nós somos a revolução” e “Todos somos artistas”.
Esta performance mistura o pessoal, o político, o profissional e o artístico, convidando 100 lisboetas de diferentes profissões a subirem ao palco para desempenharem uma coreografia de resistência. A performance ATLAS foi catapultada para os palcos internacionais onde, inevitavelmente,  os participantes de cada país acrescentam as suas nuances culturais a esta escultura social. 
Depois da projeção do filme, e da performance Gatilho da Felicidade, segue-se um debate sobre o impacto social e político de propostas artísticas que chamam para os palcos pessoas estranhas à criação artística.

Críticas e antecipações

Não existem críticas.

Preço

(sujeita à lotação) mediante levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 15h • duração: 77 min (filme) + 60 min (debate em inglês) • M/12

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