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Dança


Marlene Monteiro Freitas

Datas e Horários
21h30
Preço
12€ / Com desconto 6€
Duração
60 min
Local
Sala Principal com bancada
Informação Adicional

coapresentação alkantara

Documentos
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Sinopse

Lugar imaginário de génese cristã, no paraíso a vida decorre liberta dos constrangimentos e limitações do quotidiano e da vida terrena. É assim que à escassez alimentar se contrapõe a abundância, ao fardo do trabalho, a vida livre de esforços e obrigações. Há um paraíso anterior à criação, desregrado mas inocente, por não conhecer o pecado original, e o paraíso da virtude, ou seja, a terra prometida no céu para os que levaram uma vida virtuosa. Mas, à medida que se foi libertando da esfera moral-religiosa do Juízo Final, para, progressivamente, ir entrando na esfera das artes, o paraíso tornar-se-ia no lugar do exótico e do maravilhoso. Percurso indissociável do inferno, sendo que ambos constituem lugares por excelência da imaginação artística.

Paraíso ― coleção privada é um concerto coreográfico pelo jardim da imaginação; pontuado por elementos dissonantes, heterogéneos, talvez estranhos, eventualmente inquietantes, é uma máquina de emoções onde podem ocorrer encontros fortuitos com alfinetes.

 

 

Nascida em Cabo Verde, Marlene Monteiro Freitas pertence ao coletivo Bomba Suicida e trabalha regularmente com Emmanuelle Huynn, Loic Touzé, Tânia Carvalho e Boris Charmatz. Entre as suas criações mais recentes, estão as peças (M)imosa, inserida no alkantara festival 2012, e Guintche, apresentada em 2012 no Centro Cultural de Belém.

 

Ficha Artística

coreografia
Marlene Monteiro Freitas

interpretação
Yair Barelli, Lorenzo de Angelis, Marlene Monteiro Freitas, Luís Guerra, Andreas Merk

música
Marlene Monteiro Freitas com o apoio de Nosfell, Tiago Cerqueira e Yannick Fouassier

desenho de luz e som
Yannick Fouassier

pesquisa e imagem
João Francisco Figueira e Marlene Monteiro Freitas

figurinos
Marlene Monteiro Freitas

gorros
Luís Guerra

produção e difusão
Andreia Carneiro (Bomba Suicida, PT), Erell Melscoet (FR)

coprodução
Les Spectacles Vivants – Centre Pompidou (Paris, FR), L´échangeur – CDC Picardie (FR), Centre Chorégraphique National de Tours, direcção Thomas Lebrun (accueil  studio, FR), Centre Chorégraphique National Rilieux-La-Pape, direção Yuval Pick (accueil studio, FR), Ballet National de  Marseille (FR) – Centre Chorégraphique National, direcção Frédéric Flamand (accueil studio, FR), CDC Uzès Danse (FR), Bomba Suicida – Associação de Promoção Cultural, Festival Circular, Maria Matos Teatro Municipal apoio Fundação Calouste Gulbenkian,  alkantara,  Atelier Re.al,  Centre National Danse Contemporaine Angers (FR), direção Emmanuelle Huynh (FR)

agradecimentos
Cédric Cherdel,  L’A./Rachid Ouramdane, Neusa Freitas, Heloísa Monteiro

Bomba Suicida é uma estrutura financiada pelo Secretário de Estado da Cultura/DG Artes 

 

Estreia Paraíso – Coleção Privada  Vila do Conde, Festival Circular 21 setembro 2012